RUA COMANDANTE ANTÓNIO FEIO
Antiga Rua da Oliveira, Cacilhas, concelho de Almada, Estremadura, Portugal.
RUA COMANDANTE ANTÓNIO FEIO
Antiga Rua da Oliveira, Cacilhas, concelho de Almada, Estremadura, Portugal.
ERICEIRA
Vila e freguesia do concelho de Mafra, Estremadura, Portugal.
Foi sede de concelho, extinto em 1855.
A explicação mais difundida para o topónimo é que deriva do latim vulgar ericiaria, «lugar onde abundam ouriços», podendo referir-se a ouriço-do-mar ou a ouriço-cacheiro. Entre as formas antigas do topónimo encontra-se Oyriceia ou Oyriceira, assim como Heiriçosa.
Outra explicação relaciona o topónimo Ericeira com a deusa fenícia Astarte e a grega Artemisa (Ἄρτεμις), conhecida em Creta por Eileithyia (Εἰλείθυια) e por Ericina (Vénus Ericina) no monte Erice (Eryx, Ἔρυξ), na Sicília, representada na companhia de um ouriço-cacheiro.
FONSECA, João, Dicionário do Nome das Terras; https://www.infopedia.pt/; http://terrasdeportugal.wikidot.com/abragao; https://run.unl.pt/entities/project/13a5e00c-ba4a-4554-b5b0-e098d4c2f09c
ODIVELAS
Cidade, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal. É um dos concelhos na periferia norte de Lisboa.
Odivelas foi elevada a vila a 3 de abril de 1964 e a cidade em 13 de julho de 1990. É sede de concelho desde novembro de 1998, desanexado do concelho de Loures. Odivelas, Trofa e Vizela são os concelhos mais recentes de Portugal.
O topónimo Odivelas está documentado desde 1190. O nome junta os elementos odi e velas. Odi deriva do árabe wadi / uad, «curso de água, rio». Velas é de origem obscura, provavelmente de raiz pré-romana ou céltica *belis, «negro, escuro».
Outra teoria é o árabe uadi-bélaa, «rio da ola ou do remoinho».
⮚ Ola: remoinho de água; buraco cavado pela água nos penedos de rios ou ribeiros. Do árabe háula, «remoinho».
➤ No concelho de Ferreira do Alentejo existe também a Ribeira de Odivelas, afluente do Sado, e a freguesia de Odivelas.
FONSECA, João, Dicionário do Nome das Terras; https://www.infopedia.pt/; https://www.cm-odivelas.pt/descubra-odivelas/patrimonio-e-cultura/historia; https://www.cm-odivelas.pt/autarquia/freguesias/odivelas#faq-2
MAFRA
Vila, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal.
Segundo Frei João de Sousa, o nome da povoação foi formado a partir do árabe Mahafara, «a cova», do verbo hafara, «cavar». Há, contudo, quem discorde.(1)
José Pedro Machado também diz que pode derivar de mahāfrâ, adaptação de mahāfr, o plural da palavra árabe mahfra, «cova».(2)
«Do árabe mahafr, 'covas', através do português medieval Máfora.»(3)
Mafra é famosa pelo Palácio Nacional de Mafra e pela Tapada Nacional de Mafra. A vila da Ericeira é uma das freguesias do concelho de Mafra.
ALENQUER
Vila, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal.
Há pelo menos duas ou três teorias sobre a origem nome de Alenquer. Uma deriva do topónimo céltico Aranker, «junto ao rochedo», através do baixo-latim Alancar, que também originou o apelido Alencar.(1)
Outra teoria indica o nome dado pelos Alanos, que seria o germânico Alan-Kerk ou Alano-Kerk, «Castelo ou Templo dos Alanos».(2)
Uma diferente explicação para Alenquer e para Herdades dos Alenqueres (concelho de Reguengos de Monsaraz) é que se trata de um fitotopónimo híbrido em que o artigo árabe al- é anteposto ao nome latino iuncariu, «juncal»: iunquerio < *al-iunquerio.(3)
Uma lenda e etimologia popular refere um cão da raça alão e a expressão "alão quer". Esse cão está no brasão da vila e no da união de freguesias.(4)
O historiador e humanista Damião de Góis (1502-1574) é natural de Alenquer.(5)
☛ Alenquer é também um município no estado do Pará, Brasil.
LAU
Povoação rural da freguesia e concelho de Palmela, Estremadura, Portugal.
O Lau situa-se na região dos Caramelos, que são os descendentes de camponeses da Beira Litoral que migraram para a Península de Setúbal até ao século XIX.
O topónimo Lau pode ter origem no nome, apelido ou alcunha de alguém. Também pode ser a redução de um nome como Lauro ou Laureano.
Vila, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal.
«O caráter rural de Porto de Mós é bem evidente no próprio nome, que nos remete, por um lado, para a designação porto, associada a local de passagem, e ao topónimo mós, que se encontra ligado à indústria moageira, compreendendo esta o fabrico de mós, as azenhas, já referenciadas por D. Dinis no Foral de 1305, e os moinhos de vento que irão chegar nos séculos seguintes.» (https://visite.portodemos.pt/porto-de-mos/historia)
«O nome e a história de Porto de Mós (Portus de Molis), nasceu há mais de 2.000 anos ao tempo em que o rio Lena era navegável e as jangadas romanas aqui embarcavam as pedras de mós, talhadas na Pedreira do Figueiredo e, mais tarde, o ferro das minas de Alqueidão da Serra.» (https://www.freguesiadeportodemos.pt/ver_conteudo/7)
⮚ Mós: «Do latim vulgar molas, 'mós', que nalguns casos se refere à existência de dólmenes. É comum em Portugal e na Galiza, muitas vezes em compostos como Porto de Mós e Torre de Mós.» (https://www.infopedia.pt/)
AMADORA
No século XIX o lugar da Porcalhota incluía, entre outros de antigos casais e quintas, o pequeno sítio da Amadora. Em 1887 foi inaugurado o caminho-de-ferro para Sintra, ficando a estação localizada a meio caminho entre a Porcalhota e a Venteira, junto à Quinta de Santo António da Amadora mas recebendo o nome da povoação mais populosa — Porcalhota.
A Porcalhota fez parte da freguesia lisboeta de Benfica. Posteriormente pertenceu ao concelho de Oeiras, primeiro como lugar da freguesia de Benfica (Extra-Muros) e mais tarde na freguesia de Carnaxide. Em 1907, a pedido da população, o nome foi mudado para Amadora. Em 1916 foi criada a freguesia da Amadora, desmembrada de Carnaxide, e em 1937 elevada a vila. O novo município da Amadora foi criado em 1979, incluindo partes das freguesias de Queluz e de Belas, do concelho de Sintra. No mesmo ano foi elevada a cidade.
A etimologia popular indica que o topónimo da Porcalhota é devido à mulher e filha de Vasco Porcalho, comendador-mor da Ordem de Avis e protagonista da Batalha de Aljubarrota, mas não há prova documental de tal alegação. Há também a hipótese de no século XVII a zona ter pertencido a alguém que criava porcos, sendo-lhe dada a alcunha de porcalho; a sua filha teria herdado as terras e a alcunha de porcalhota. Em português arcaico, porcalho também designa um porco pequeno, leitão, ou bácoro.
A origem do topónimo Amadora também é incerta, eventualmente devido a uma Quinta da Amadora ou Casal da Amadora, onde poderia ter vivido alguém com o nome Amador ou Amadora. Outra hipótese é o vocábulo amadora, no sentido de algo digno de estimação ou amor, sendo então a Amadora «terra digna de ser amada».
☛ Provavelmente sem qualquer relação com a Porcalhota, ou a Amadora, existe o lugar de Porcalho em Monção, no Minho.
TORRES NOVAS
Cidade e concelho do Ribatejo, Portugal.
Na Estremadura situa-se a cidade de Torres Vedras, que significa «torres velhas».
1. https://cm-torresnovas.pt/index.php/municipio/historia
TORRES VEDRAS
Cidade e concelho da Estremadura, Portugal.
No Ribatejo situa-se a cidade de Torres Novas.
MARINHA GRANDE
Cidade, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal.
A ocupação da região terá começado nos séculos XI e XII para extração de sal das marinhas formadas pelas águas do Rio Lis, que era navegável até às portas de Leiria.
Em 1590, foi erguida a capela de Santa Maria da Marinha. Em 1600 a povoação foi elevada a freguesia, com o nome de Nossa Senhora do Rosário da Marinha. Em 1750 o nome foi alterado pelo Marquês de Pombal para Marinha Grande, distinguindo-a de outras Marinhas, contrapondo-se nomeadamente a Marinha Pequena, uma localidade vizinha.
O grande desenvolvimento da Marinha Grande deu-se a partir do século XVIII com a indústria vidreira, associando a abundância de areia e de madeira do Pinhal de Leiria.
Cidade, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal.
Uma explicação para o nome de Alcobaça é que terá sido fundada pelos Romanos a povoação com o nome Helcobatiae. Os Árabes chamaram-lhe al-Qubasha ou Alcoboxa, de al+coboxa, «carneiros». Também pode derivar do árabe al qubba, «cúpula» de um edifício.
A sua localização na confluência dos rios Alcoa e Baça é outra explicação para a origem do nome da cidade. Há, contudo, a teoria inversa, ou seja que os nomes do rios derivam do nome da cidade.
O concelho de Alcobaça circunda o concelho da Nazaré, exceto no litoral deste.
☛ Alcobaça é também um município do estado da Bahia, Região Nordeste do Brasil.
PENICHE
Cidade, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal.
A cidade situa-se numa península que já foi uma ilha. A partir da Idade Média formou-se um tômbolo no pequeno braço de mar e a ilha tornou-se uma península. O Arquipélago da Berlenga faz parte do concelho de Peniche.
OEIRAS
Vila e concelho da Estremadura, Portugal, situado na foz do Rio Tejo, a oeste de Lisboa.
O topónimo Oeiras pode derivar do latim Aurarias, «mina de ouro», acusativo plural de auraria. A evolução terá sido Aurarias > Olarias > Oleiras > Oeiras.
Há registos antigos, desde o século XIV, com as ortografias Hueiras, Hueyras e Ueiras.
É de notar que na outra margem do Tejo situa-se Almada, cujo nome é árabe e significa «a mina», eventualmente referente a ouro.
☛ Ver também:
- Oeiras do Pará e Oeiras, no Piauí, Brasil.
CASCAIS
Vila, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal.
MONTIJO
Cidade, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal.
BARREIRO
Cidade, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal. O concelho localiza-se na margem sul do Estuário do Tejo, a maior parte a leste do Rio ou Ribeira de Coina.
O topónimo Barreiro ou Barreiros, em geral, relaciona-se com barreira, pela morfologia do solo, ou com barra, pelo local onde se pescava. O segundo significado é o mais provável para este Barreiro junto ao Tejo.(1)
Outra explicação identifica o topónimo com barreiro, como lugar de onde se extrai barro. Existem os derivados Barreira, Barreiras, Barreirão, Barreirinha, Barreirinhas, Barreiró, Barreirosa, Barrela, Barrelas, Barrelejo e Barrelo.(2)
MOITA
Vila, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal, na margem esquerda do Estuário do Tejo.
«O lugar de Mouta, situado na margem esquerda do lendário rio Tejo, foi em tempos remotos um dos muitos lugares que pertenceu ao antigo concelho de Ribatejo [ ou Riba Tejo ], compreendido entre a região do rio de Coina, e a ribeira das Enguias, a oriente.
Não se sabe quem fundou o lugar de Mouta, o que se sabe é que o lugar já existia logo após a nacionalidade portuguesa.
RIO GRANDE
Pequeno rio ou ribeira que atravessa o concelho da Lourinhã, na Estremadura, Portugal. Também é conhecido como Ribeira dos Palheiros. Desagua na Praia da Areia Branca.
«Como o nome indica, o Rio Grande já foi um grande rio. Este rio era navegável até à Lourinhã, existindo registos de um porto comercial na Idade Média. Desde então, este rio tem vindo a assorear e o canal foi ficando cada vez mais estreito, deixando de ser navegável.»
(https://www.geoparqueoeste.com/menu/1855/23---cruzeiro-da-lourinha)
LOURINHÃ
Vila, freguesia e concelho da Estremadura, Portugal.
«O surgimento do nome Lourinhã está, segundo algumas versões ligado à existência de uma povoação romana. No Século XII, já em plena reconquista, foi D. Afonso Henriques quem concedeu ao fidalgo francês D. Jordan as terras hoje conhecidas por Lourinhã pelos valorosos serviços prestados por este na conquista de Lisboa aos mouros.»(1)
«Lourinhã terá tido origem na vila romana de Laurinius, que terá dado o nome ao local e, depois, à povoação. Por junção do sufixo anum (área agrícola ou similar), ficou Lauriniusanam, que, com o tempo, suscitou a actual designação. Esta tese não é, todavia, unânime, e há quem sustente que o topónimo deriva da palavra latina laurius - laurii, que significa loureiro ou terra onde crescem loureiros. Esta árvore foi muito abundante na região (e está, alias, representada na heráldica municipalista, tanto na antiga, como na actual) e ainda existem exemplares selvagens nos arredores da vila, designadamente, nas aldeias de Toxofal de Baixo e Toxofal de Cima e nas zonas de Mata Rela e Moita Longa.»(2)
«Do baixo-latim [Villa] Laurinana, 'a quinta de Laurino'.»(3)
A Lourinhã chegou a ter um porto comercial, quando o Rio Grande era navegável até à vila.(4)
CURRAL DAS FREIRAS Freguesia do concelho de Câmara de Lobos , na ilha e Região Autónoma da Madeira , Portugal. «No princípio da colonizaçã...