➤ Portugal:
➤ Galiza:
⮚ Astúrias:
⮚ Leão:
➤ Portugal:
➤ Galiza:
⮚ Astúrias:
⮚ Leão:
BURELA
Concelho da comarca da Marinha Central, Galiza.
O concelho de Burela foi criado em 1994 pela segregação da paróquia de Santa Maria de Burela do concello de Cervo.
https://www.youtube.com/watch?v=3fdRMoNbSvg; https://burela.org/gl/burela-de-parroquia-a-concello; https://www.estraviz.org/; https://www.infopedia.pt/
Paróquia e concelho da comarca de Santiago, Galiza.
Este topónimo aparece na Idade Média como Sancta Maria de Talegio e como Santa Maria de Teeio. Tem origem pré-romana referente a água.
Edelmiro Bascuas considera que é um hidrotopónimo procedente da raiz indoeuropeia *tala‑, «fluir». Isidoro Millán relaciona-o com o Rio Tea, da raiz *tekw‑, com o mesmo significado de «fluir». Joseph Piel crê que se trata dum nome de possessor de origem germânica *Teodone.
https://portaldaspalabras.gal/lexico/allos-con-bugallos/teo/; https://www.estraviz.org/; https://toponimia.xunta.gal/pt/nova/o-galicia-nomeada-participa-na-semana-cultural-do-ies-de-cacheiras
ARANGA
Concelho da comarca de Betanços, na Galiza.
«A origem do topónimo Aranga deriva, segundo todos os estudos, da forma pré-indo-europeia ara-. Esta partícula define um relevo caracterizado por um vale encaixado pelo qual discorre um curso fluvial. Sem dúvida, refere-se ao vale que forma o rio Mandeo ao seu passo pela paróquia de São Paio de Aranga.»
(Adaptação ortográfica de https://aranga.gal/historia/)
MONFERO
Concelho da comarca do Eume, Galiza, Reino de Espanha.
O topónimo é de origem latina, derivado de mons, «monte, montanha», e de ferus, «feroz, selvagem, bravo», com o significado original de território com pouca intervenção humana.
https://www.lavozdegalicia.es/noticia/ferrol/valdovino/2021/07/25/span-langglfesta-toponimos-ares-valdovinospan/0003_202107F25C9991.htm
RABAÇAL
➤ Freguesia do concelho de Penela, Beira Litoral, Portugal. Foi vila e sede de concelho até 1853. O Queijo Rabaçal, com denominação de origem protegida, é produzido nesta freguesia e noutras de Penela e concelhos vizinhos.
➤ Localidade da freguesia e concelho da Calheta, Região Autónoma da Madeira, Portugal.
➤ Rio Rabaçal — Rio que nasce na Galiza e que com o Tuela forma o Tua, afluente do Douro, em Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«De rabaçal, 'terra onde se cultivam rabaças'. Tem os derivados Arrabaça, Rabaça, Rabaças, Rabaceira, Rabaceiro, Rabacinha, Rabacinos, Rabaço e Rabaçosa.»(2)
⮚ Rabaçal como substantivo: terreno onde abundam as rabaças (plantas); variedade de queijo curado português, típico da região Centro, feito com uma mistura de leite de ovelha e leite de cabra. De rabaça + -al. Rabaça: plantas herbáceas da família das Umbelíferas (Apium nodiflorum e Oenanthe crocata). Do latim rapacia-, «folhas de rábano».(2)
QUIROGA
Concelho e comarca da província de Lugo, Galiza.
A comarca de Quiroga ou Courel (Caurel) inclui também os concelhos de Folgoso do Courel e Ribas de Sil. A Serra do Courel situa-se nesta comarca.
Quanto à origem do topónimo Quiroga ou Queiroga, Menéndez Pidal refere o deus da guerra Mars Cariociecus, ou seja Carióceco ou Marte de Carioca, na antiga Gallaecia. Por outro lado Corominas indica a planta queiroa (queirúa, queiruga), com base em *cariola de origem desconhecida, donde procedem os apelidos Quiroga, Quirós, Queiroz e Queirós.(1)
Quiroga é uma planta do género Calluna cujo nome em galego-português tem as variantes queiroga, queiruga, queiroa, queiró; também é conhecida por urze, uz, torga e vários outros nomes. A etimologia de queiroga ou queiró é desconhecida, mas poderá estar relacionada com a raiz pré-romana ou céltica *car- ou *kar- «pedra, lugar pedregoso; duro».
1. https://papelmarelo.blogspot.com/2020/02/toponimia-do-concello-de-quiroga-por.html
COMPOSTELA — SANTIAGO DE COMPOSTELA
Capital da Galiza, país do noroeste da Península Ibérica, que constitui administrativamente uma comunidade autónoma do Reino de Espanha, desde 1978, com o estatuto de nacionalidade histórica.
Santiago refere-se ao apóstolo Santiago Maior (em latim Sanctus Iacobus, em grego Ἰάκωβος), um dos doze apóstolos de Jesus Cristo. Em português o nome também foi grafado Sant'Iago, Santo Iago, São Tiago e Tiago, entre outras formas. O nome hebraico יעקב (Ya'akov) foi latinizado para Iacobus, dando origem a Iago, Tiago, Diogo, Jabob (Jacó), Jaime e outras variantes em diversas línguas europeias. Na Idade Média na Península Ibérica, Sant'Iago também era chamado Santiago Mata-Mouros.
A cidade de Santiago de Compostela também foi chamada no exterior como Santiago de Galiza.(1)
O topónimo Santiago, simples ou composto, é usado em grande número de localidades dos países de língua portuguesa e castelhana, para além de outras com as suas versões.
O gentílico de Santiago de Compostela é «santiaguês», «compostelam» ou, mais popularmente, «picheleiro».
O Dia Nacional da Galiza é 25 de julho, dia de Santiago Maior.
Os Caminhos de Santiago são rotas de peregrinos de toda a Europa até Compostela, para venerar as relíquias de Santiago Maior que se encontram na Catedral de Santiago de Compostela. Estes itinerários estão inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO.
1. https://toponymytoponimia.blogspot.com/2024/08/santiago-de-galiza.html
OUR-
OUR- : Ouro, água, outra origem?
⬧ Galiza:
Ourol, concelho de Guntim; Oural, concelho de Carinho; Ourada, concelho de Ponteceso; Oural, concelho de Boqueijom; Ourís, concelho de Arzua; Ourantes, concelho de Punjim; Ourense.
➤ Ourol, Marinha Ocidental: «Os vichelocregos simbolizan o topónimo Ourol, derivado do latín aureolus (dourado).» (gl.wikipedia.org/)
➤ Ourantes: «O topónimo Ourantes é um hidrónimo de origem pré-romana, da raiz *awer- com o significado de 'molhar, humedecer, fluir'. Outros autores defendem que é um orónimo a partir da raiz pré-indoeuropeia *or-r/ur-r "outeiro, altura, monte ou vale entre montes".» (gl.wikipedia.org/)
➤ Ourense: «Batizada pelos Romanos como "A cidade de ouro" (Auriense).» (gl.wikipedia.org/)
⬧ Portugal:
Serra do Oural, concelhos de Ponte da Barca, Ponte de Lima e Vila Verde; Barragem de Oural, Cabeceiras de Basto; Oural, concelho de Paredes; Rio Douro; Ourentã e Ourentela, concelho de Cantanhede; Ourém; Abrantes.
➤ Rio Douro: «Versões populares para a origem do seu nome são várias. A mais provável aponta para o antigo celta dur ou dubr (água, rio)». (pt.wikipedia.org/)
➤ Ourentã: «Freguesia de solo ubérrimo, farta de água». / «De “aura” = tontura, vertigem?» / «com boa dose de probabilidade, uma origem etimológica em raiz latina “auru” (ouro)».(http://www.freguesiadeourenta.eu/)
➤ Abrantes: «Poderá vir de um hipotético Aurantes, derivado de aurum, 'ouro', através de Aulantes, forma que aparece num documento de 1176.» (infopedia.pt/)
CASAL
Casal, e variantes, é um topónimo comum para pequenas povoações.
«Pequeno povoado; lugarejo; propriedade rústica; conjunto de propriedades aforadas e descritas numa escritura de emprazamento; casal agrícola: unidade constituída por casa de habitação com dependências adequadas à exploração rural e por terrenos de área suficiente para a manutenção de uma família de cultivadores. Do latim casale-, "quinta; fazenda"». (infopedia.pt)
«Casa solarega; casa rústica com as propriedades; pequeno povoado numa aldeia; lugar». (estraviz.org)
➤ SARRIA — Vila, concelho e comarca da Galiza, Reino de Espanha.
➤ SABROSA — Vila e concelho de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
Lugares onde há sarro / sárrio / saibro / sábrego / xabre / salavedro / saavedro / xabredo / sagredo / saburra / cebre.
⮚ Sabrosa: «de saibrosa, 'terra onde abunda o saibro'. Tem os derivados Sabroso, Sebrosa, Sebrosas, Sebrosinho e Sobroso.» (infopedia.pt)
➤ SARREAUS — Concelho da comarca da Límia, Galiza.
«O nome de Sarreaus procede do latim Sarrianus, "os que vêm de Sarria", devido a que no seu momento se repovoou com habitantes desta vila luguesa.» (adptado de gl.wikipedia.org)
☛ Ver também:
- Sabrosa, Portugal.
TRIACASTELA
Concelho da comarca de Sarria, Galiza.
«O topónimo que dá nome ao concelho de Triacastela e uma das suas paróquias procede do latim tria castella, que significa ‘tres castelos’. Tria é o plural neutro do numeral três e castella é o plural neutro de castellum < castrum, ‘castro’. Portanto, faz referência à existência de ‘três castrinhos’ neste território. Quanto à origem, é possivelmente altomedieval, já que se regista pela primeira vez num documento do mosteiro de Samos do ano 922.»(1)
GONDOMAR, GONDARÁM, GONDARÉM, GONDAREI, GONDARIZ, GONDORIZ, GONDARISCO, GONDAR, GONDA, GUNDAR
Nomes de várias povoações da Galiza e Norte de Portugal.
➤ Gondomar, Galiza: «A origem de Gondomar estaria relacionada com a presença dum assentamento germânico ao mando dum chefe chamado Gundemaro.»(1)
➤ Gondarém, Vila Nova de Cerveira: «fundada em 970 por Gundaredo, um chefe normando».(3)
➤ Gondar, Amarante: «Gondar deve a sua toponímia a Dom Mem Gundar que, no século XII, ali fundou o mosteiro beneditino que deu origem à povoação.»(5)
➤ Gondariz / Gondoriz / Gondar: «Do baixo-latim [Villa] Gundarici, 'a quinta de Gundarico'. Encontra-se também na Galiza (...).»(6)
➤ Santa Eulália de Gondar, Vila Nova de Cerveira: «Em 1258 (...) denomina-se Gundar».(4)
CELA NOVA — CELANOVA
Concelho da comarca da Terra de Celanova, Galiza, Reino de Espanha.
«Trata-se dum composto do substantivo cela, que alude a um edifício monacal, e do adjetivo nova. O substantivo cela passou de denominar a habitação dum anacoreta para denominar um mosteiro pequeno (Santamarina_2008). Navaza_TopHisp_Galicia_2011 indica que cela era como se chamavam os mosteiros galegos antes da adoção da regra beneditina.»(1)
Cela: «Do latim cellam, ‘quarto’, ‘santuário’, ‘despensa’. Era inicialmente a morada dum anacoreta, e logo passou a designar um mosteiro ou convento de categoria menor.»(1)
«É capital da comarca da Terra de Celanova. Como se pode comprovar na documentação histórica disponibilizada, esta vila recebeu o genérico nome de Vilar até à sua doação à Igreja; a partir desse momento passou a chamarse Celanova. No século XX, o concelho de Celanova absorveu os antigos concelhos de Acevedo do Rio (1968) e Vilanova dos Infantes (1927).»(1)
⮚ Cela: 1. aposento de um religioso, no convento. 2. quarto individual nas penitenciárias. 3. cubículo. 4. câmara. 5. alvéolo do favo. Do latim cella-, "cela; pequeno aposento".»(2)
⮚ Celas (topónimo): «Do latim coela, 'cavidades', tomado no sentido de 'celas de religiosos'. Encontra-se na Galiza, sob forma idêntica, e na França, sob a forma Celles.»(2)
A forma do topónimo usada pelas autoridades administrativas galegas é Celanova. A forma reintegracionista (galego-portuguesa) é Cela Nova.(3)
POMBEIRO
«Nos dicionários gerais e especializados a que temos acesso, não se regista pombeiro como sinónimo de pombal. No entanto, em galego, regista-se pombeiro como uma variante de pombal (que tem o mesmo sentido que a palavra portuguesa correspondente) ou como designação de um subtipo de pombal. Note ainda que, na toponímia, se acha a forma Pombeiro, tanto em Portugal como na Galiza, a qual é plausivelmente o mesmo que «lugar onde existem pombos». Seja como for, não sendo de excluir que pombeiro, na aceção de «pombal», ocorra dialetalmente em Portugal, a verdade é que não se atesta tal uso nas fontes que consultámos.» (https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/pombeiro-e-pombal/33569)
➤ Galiza:
Pombeiro, concelho de Pantom.
Pombeiro, concelho de Cervantes.
O Pombeiro, concelho de Arbo.
O Pombeiro, concelho de Vilalba.
A Pombeira, concelho de Cerdedo-Cotobade.
Ilha de Pombeiro, concelho do Grove.
➤ Portugal:
Pombeiro da Beira, concelho de Arganil.
Pombeiro de Ribavizela, concelho de Felgueiras.
NUGALHÁS
Aldeia da paróquia de Arcos, concelho de Antas de Ulha, Galiza.
Este lugar é o centro geográfico da Galiza, nas coordenadas 42° 45′ 25″ N, 7° 54′ 39″ W. Na ortografia das autoridades, estes topónimos são escritos Nugallás e Antas de Ulla. A povoação situa-se junto ao lugar homónimo na paróquia vizinha de San Fiz de Amarante.
«Do ponto de vista etimológico, o topónimo alude provavelmente ao abundancial nucaciales, do latim nucalia ‘nogueira’ baseado em nace ‘noz’ (DCECH). Porém, convém ter en conta que nugallás é a forma plural do adjetivo nugallán “que se deixa levar pola nugalla” (DRAG). Neste sentido, tratar-se-ia dum topónimo galego de natureza jocoso-depreciativa que provém do latín nugae ‘bobadas, bagatelas’, nugali, -ale ‘home frívolo, syrneas’ (Ares Vázquez 2009:101). Contudo, o certo é que os dous lugares Nugalhás estão fortemente povoados pela árvore da nogueira.»
(Adaptação ortográfica do texto de Andrea Santiso Arias, https://minerva.usc.es/xmlui/bitstream/handle/10347/27468/1/GLLG_-_Santiso_Arias%2C_Andrea%5B1%5D.pdf)
PADERNE
Paderne é o nome de várias povoações na Galiza e Portugal.
Por exemplo: concelho na comarca de Betanços e Paderne de Alhariz, na Galiza; freguesia no concelho de Melgaço e freguesia no concelho de Albufeira, Portugal.
«Do baixo-latim [ Villa ] Paterni, 'a quinta de Paterno'. Encontra-se sob diversas formas em Espanha, sobretudo na Galiza. Tem o derivado Paderna.» (infopedia.pt)
https://www.facebook.com/groups/1687756998191500
CÚNTIS
Concelho da comarca de Caldas, Galiza, Reino de Espanha.
Entre a Galiza do mar e a Galiza do interior, encontramos uma terra cheia de vida; estamos a falar de uma terra de água, uma terra de pedra, estamos a falar de Cúntis. A Vila Termal de Cúntis é uma bonita povoação rural galega situada na Comarca de Caldas. É composta por 8 freguesias: Arcos de Furcos, Cequeril, Couselo, Banhos de Cúntis, Estacas, Pinheiro, Portela e Troáns. Faz fronteira com os concelhos da Estrada, Campo Lameiro, Moranha, Caldas de Reis e Valga.
Aqui existiu um importante centro termal, com uma vila romana de certa importância e que alguns historiadores consideram ser o antigo solar denominado Aquae Calidae, do povo proto-histórico dos Cilenos (Cileni) que, com capital em Cúntis, terá abrangido os atuais municípios de Cuntis, Moranha e Caldas de Reis.
Cuntis parece ter sido uma importante estância termal na época romana, com templos dedicados aos deuses protetores das águas e instalações terapêuticas.(1)
A origem do nome de Cúntis é pré-latina, de kune-tisa, «lugar feliz».(2)
Há referência a um San Salvador de Cuntís, que deveria ser Guntís.(3) (Guntís é um lugar da paróquia de Neiras, concelho de Sober, comarca de Terra de Lemos.)
➤ SENDIM — Lugares dos concelhos de Antas de Ulha e da Arnoia, na Galiza.
➤ SENDIM — Povoações dos concelhos de Felgueiras, Tabuaço, Alfândega da Fé e Miranda do Douro (Sendin, em mirandês), em Portugal.
➤ Sendim / Sendin, Terra de Miranda, Trás-os-Montes: «Os estudos toponímicos mais recentes estabelecem duas etimologias prováveis para o topónimo Sendim: uma tem origem antroponímica do nome próprio medieval "Sendinus" e a outra tem origem na palavra goda "sinth-s" que significa caminho. Neste caso Sendim assume o seu topónimo enquanto localidade que nasceu junto ao caminho que bifurcava da estrada romana ou "Carril Mourisco" e o ligava ao Sul de Espanha. (...) A 1ª referência escrita de Sendim é de 1258 nas Inquirições de D. Afonso III. Nova referência em 1291, em acordo feito entre D. Dinis e D. Fernão Peres, a propósito da comenda de Algoso em que o rei pedira à Ordem de Malta aldeias da ordem, entre as quais Sindym.» (https://www.cm-mdouro.pt/pages/111)
➤ Sendim da Ribeira, Alfândega da Fé, Trás-os-Montes: «o toponímico Sendim tem origem germânica e bastante comum na região transmontana. A origem do seu nome provém do germânico "Sandini", nos sécs. V e VI, no tempo em que ocorreram as invasões bárbaras, coincidindo com o fim do Império Romano e o aparecimento do Cristianismo. "Sandini" era um indivíduo muito poderoso da época, por ser detentor de todas aquelas terras. Daí a razão de lhe terem posto o mesmo nome à freguesia.» (http://www.terralusa.net/?site=183&sec=part4)
➤ Sendim, Felgueiras, Douro Litoral: «Nesta freguesia viveram povos pré-históricos romanizados e depois subjugados por aguerridos invasores, dos quais deve descender Sendino, que lhe deu o nome. Em 1112 a designação já figurava como nome da região.» (https://cm-felgueiras.pt/municipio/freguesias/sendim/)
⇨ «Do baixo-latim [Villa] Sindini, 'a quinta de Sindino'. Tem os derivados Sendinha e Sendinho. O topónimo Sendieira poderá estar-lhe relacionado, e, sendo assim, indicaria povoamento por colonos idos de Sendim.» (infopedia.pt)
LALIM
Concelho na Galiza e freguesia do concelho de Lamego, Alto Douro, Portugal.
➤ Em Portugal: «Lalim, nome que advém do latim de Villa Lallini (Lalim da proto-história), começou por ser um tracto agrário-populacional, sendo uma vila organizada por Lallinus (nome pessoal tirado de Lallus, divindade ou génio tutelar das armas). Esta designação remonta aos séculos III/IV, quando a reforma agrária de Diocleciano obrigou à adjectivação do nome do possessor, numa época sensivelmente tardia da romanização, podendo admitir-se que este nome lhe foi dado por um suevo romanizado.» (Projecto de Lei N.º 516/VI, Elevação de Lalim à categoria de vila. Diário da Assembleia da República, II Série-A - Número 27. 16 de Março de 1995.)
➤ Na Galiza: «Terra inçada de castros, os seus nomes perderam-se como o nome tribal. É natural em terra rica, cobiçada dos conquistadores. Os castros detetados seriam cativos na época soberana. Os hoje centrais são 'nomina possessoris', como Lalim (< *Lallini “de Lallinus”).» (http://www.adigal.org.ar/TRIBOSUNIFICADOparaREDE.pdf)
«O coengo Buenaventura Cañizares deixou probado con documentos demostrativos que o topónimo Lalín ven de "Lalino", un colono do Conde de Deza que tivo ó seu cargo as terras nas que, anos máis tarde (980), se erixiu o mosteiro de San Martiño de Lalín de Arriba.» (http://lalin.gal/concello/historia)
➤ Outra explicação: «Lalim. Aldêa na Provincia da Beira, Bispado de Lamego, fundação de Zeidan Ben huin, Regulo daquella Cidade. Significa Irreprehensivel.» (Vestigios da lingoa arabica em Portugal, Fr. João de Sousa, 1830)
https://www.facebook.com/groups/1687756998191500
CURRAL DAS FREIRAS Freguesia do concelho de Câmara de Lobos , na ilha e Região Autónoma da Madeira , Portugal. «No princípio da colonizaçã...