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⮚ Astúrias:
⮚ Leão:
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BIMENES
Concelho das Astúrias, Reino de Espanha. A sua capital é Martimporra.
«El nombre primitivo de Bimenes está escrito con V, Vimenes, del latín vinies, lo cual puede esclarecer el carácter de paso de estas tierras para las tribus nómadas, que huyendo de la sequía y escasez de otras regiones, llegaron con sus ganados hasta las montañas de Peña Mayor y decidieron quedarse ante la magnificencia del paraje.
Vimenes permaneció largo tiempo en el lenguaje escrito; solamente a principios de siglo [XX ?] comenzo a escribirse definitivamente con B.
En documentos antiguos, el personaje histórico legendario Suero de Bimenes aparece con los nombres de Viniens y Vinieres. Tal figura fue quién dió nombre a la actual capital del concejo, Martimporra, nombre que perteneció al hijo del noble Menén Porra, con quien Suero dirimió un combate, por causa de la hermana de áquel, Elvira Porra, en las inmediaciones de la actual capital. Suero sale victorioso, naciendo una amistad con su rival. Desde entonces el campo de la justa se denominó Martimporra.»
PARADA / PARADELA / PARADINHA / PARADES
Parada e variantes, na Galiza, Portugal e Astúrias.
«De parada, no sentido de 'local de descanso num percurso íngreme ou acidentado'. (...) Tem os derivados Paradas, Paradela, Paradelas, Paradinha, Paradinhas e Paraduça.» (infopedia.pt)
Parada era também um tributo ou um foro e ainda mantém, entre outros, o significado de dinheiro que se arrisca no jogo. Paradela, além de parada ou paragem, também significa exposição ao vento.
O mapa com os concelhos onde existem estes topónimos está provavelmente incompleto e existem outros derivados ou semelhantes.
https://www.facebook.com/groups/1687756998191500
➤ FELGUEIRAS, cidade e concelho do Douro Litoral, Portugal:
Felgueira: «1. fetal. 2. terreno onde há muita felga. Do latim filicaria-, de filice-, "feto".» (infopedia.pt)
DEILÁN / DEILAM — nas Astúrias de língua galega.
DEILÃO (DEILÓN ou DEILOM em mirandês) — em Trás-os-Montes, Portugal.
DEILÃO — rio e aldeia na Beira Alta, Portugal.
CADAVAL
Cadaval é um 'terreno onde há cádavas'. Encontra-se também na Galiza sob a forma Cadabal. Tem os derivados Cadafais, Cadafás, Cadavai, Cadavais, Cadavajo, Cadavão, Cadaveira e Cadaveiro. Cádava é o conjunto dos pés de mato que ficam depois das queimadas. Cadavoso(a) é um terreno onde se fazem cádavas, ou seja, queimadas periódicas de mato. (infopedia.pt)
Cadaval e derivadas em Portugal, Galiza e Astúrias:
CADAVAL, O CADAVAL, CADAVAIS, CADAVÁS, Os CADAVÁS Grandes, Os CADAVÁS Pequenos, CADAVOSA, A CADAVOSA, CADAFAZ, CADAFAIS, CADAVEIRA, CÁDAVOS, O CÁDAVO, Regueru Los CADAVALES.
CUADONGA — COVADONGA
Paróquia do concelho de Cangues d'Onís / Cangas de Onís, nas Asturies / Astúrias.
Uma explicação para o nome é do latim Cova Dominica, a "cova da senhora", em referência à Virgem Maria. (Ver o texto referido por Dolores González no comentário: https://mas.lne.es/toponimia/index.php?leer=303)
Outra explicação é a origem céltica em Cova d'Onnica, "a cova da fonte".
A mítica Batalha de Covadonga teria ocorrido em 722, vencida por D. Pelágio (Pelayu) e marcando a reconquista cristã da Península, que fora invadida pelos árabes omíadas em 711.
➤ BOAL / BUAL, na comarca do Eo-Navia, Astúrias, Reino de Espanha.
«Etimológicamente el nombre de Boal procede del término bajo latino “boalar”, terreno común destinado al pastoreo del ganado, medio natural existente en la zona y lugar en el que se levantó la primera iglesia de la parroquia, consagrada a Santiago Apóstol.» (http://www.boal.es/index.php?M1=3&M2=34)
«Boal ou Bual (segundo a norma da Academia de la Llingua Asturiana) é un concello de Asturias.» (gl.wikipedia.org)
«Boal (Bual en gallego-asturiano) (...) Es uno de los municipios en los que se habla eonaviego (o gallego-asturiano). (...) Etimológicamente, suele considerarse que Boal proviene o bien del indoeuropeo, *bod- (arroyo, zanja), o bien del latín, bove o *bovale (buey). Aunque algunos autores creen que se podría interpretar Boal como expresión de un antiguo antropónimo o nombre de persona, Bovali (iler), o también Baudiliu (aduciendo a la forma Baudali), es común considerar su significado original como "terreno frecuentado y apropiado para pasto del ganado vacuno" o bien "corral de bueyes o dehesa boyal". De hecho, Corominas recoge en aragonés boalage, boalar, "dehesa boyal", como derivados de boal, a su vez, variante de boyal, "perteneciente al buey o al ganado vacuno".» (es.wikipedia.org)
➤ BOUAL é uma localidade da comuna de Puègcornet / Puycornet, Occitânia (República Francesa).
EU-NÁVIA
A Terra EU-NÁVIA é um território de língua galega, no oeste das Astúrias, entre os rios Eu (Eo) e Návia. É uma das regiões da também denominada Galiza estremeira, fora da comunidade autónoma da Galiza. A maior parte constitui a Comarca del Navia-Eo (nome asturiano) e zona sul faz parte da Comarca del Narcea.
A explicação mais frequente para o nome do rio Eu (Eo) é que deriva de Ego ou Egoba. Segundo Plínio o Velho, a tribo celta dos egobarros (Egovarri Namarini) eram os habitantes da região. Edelmiro Bascuas dá a origem em *Euue.
O nome do rio Návia é também pré-romano, tal como Nave e variantes, relacionado com as correntes e culto das águas.
Navia ou Nabia (na imagem central) era a deusa dos rios e da água na mitologia galaica e lusitana. Os nomes dos rios Neiva e Nabão podem derivar também da deusa Nabia.
☛ Ver também:
- Eu, Normandia, França.
CURRAL DAS FREIRAS Freguesia do concelho de Câmara de Lobos , na ilha e Região Autónoma da Madeira , Portugal. «No princípio da colonizaçã...