TELÕES
Freguesia do concelho de Vila Pouca de Aguiar, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«Do baixo-latim [Villa] Tellonis, 'a quinta de Telo'.» (infopedia.pt)
TELÕES
Freguesia do concelho de Vila Pouca de Aguiar, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«Do baixo-latim [Villa] Tellonis, 'a quinta de Telo'.» (infopedia.pt)
ROALDE
Aldeia da freguesia de São Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
Robalde: «Do baixo-latim [Villa] Ranualdi, 'a quinta de Ranualdo'. Tem a variante Roalde.» (infopedia.pt)
➤ SARRIA — Vila, concelho e comarca da Galiza, Reino de Espanha.
➤ SABROSA — Vila e concelho de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
Lugares onde há sarro / sárrio / saibro / sábrego / xabre / salavedro / saavedro / xabredo / sagredo / saburra / cebre.
⮚ Sabrosa: «de saibrosa, 'terra onde abunda o saibro'. Tem os derivados Sabroso, Sebrosa, Sebrosas, Sebrosinho e Sobroso.» (infopedia.pt)
➤ SARREAUS — Concelho da comarca da Límia, Galiza.
«O nome de Sarreaus procede do latim Sarrianus, "os que vêm de Sarria", devido a que no seu momento se repovoou com habitantes desta vila luguesa.» (adptado de gl.wikipedia.org)
☛ Ver também:
- Sabrosa, Portugal.
PEDRAS SALGADAS
Localidade da freguesia de Bornes de Aguiar, concelho de Vila Pouca de Aguiar, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
O nome da povoação e estância termal é uma referência aos depósitos de carbonato de sódio nas rochas de onde brota a famosa água mineral.(1)
A água das Pedras Salgadas, habitualmente chamada Água das Pedras, é das poucas no Mundo naturalmente gasocarbónicas. «O cálcio, o magnésio, o bicarbonato e os outros oligoelementos que dão o sabor e a identidade a Pedras são recebidos da rocha, enquanto o seu gás carbónico ascende das profundezas da terra, incorporando-se naturalmente.»(2)
Freguesias do concelho de Santa Marta de Penaguião, Alto Douro, Portugal.
⬧ São João de Lobrigos
«Nos documentos do concílio de Lugo, em 569, entre as aldeias (pagos) que integravam a Sé Portucalense aparece "Aliobrio".» O padre João Parente é de opinião que o nome «se refere a Lobrigos, mesmo quando evoluiu para “Aloifrio”, ou “Aliofrido”, em documentos do século XII».(1)
⬧ São Miguel de Lobrigos
«Nos finais do século XII, D. Sancho I desterrou para Terras de Lobrigos um rico-homem chamado D. Gomes Gedeom por ter incendiado a igreja de São Miguel de Borba de Godim, no Julgado de Celorico de Basto, dando-lhe como castigo adicional a missão de no local de desterro edificar uma igreja também dedicada a São Miguel. D. Gomes Mendes Gedeom, uma vez em Terras de Lobrigos e no cumprimento da pena, deu princípio à edificação da Igreja de São Miguel.»(...)
Nas Inquirições de 1258 «é uma das 15 freguesias do Julgado de Penaguião, como "Freeguisia de Sam Miguel de Louerigos". Já nas Inquirições de 1288, é dita "freguesia de Sam Miguel Dalhourio".»(1)
⬧ O topónimo pode derivar dum antropónimo germânico que deu origem à variante Laboriz, de Loverici ou Leoverici, do baixo-latim [Villa] Leoverici, «a quinta de Leoverico».(2)
«Lobrigos é um topónimo de raiz [céltico-] latina (...) que remete à época da denominação céltico-romana. O céltico briga significa povoação, uma vila ou uma cidade. Lo é a abreviatura de locus (lugar) (...)».(3)
ALGOSO
Vila e antiga freguesia do concelho de Vimioso, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«A antiga vila transmontana de Algoso foi sede de concelho até 1855, ano em que foi extinto e incorporado no município de Vimioso. No extremo sul da povoação, ergueu-se o castelo, obra de Mendo Rufino nos finais do século XII.(...)
O castelo surge no alto do Monte da Penênciada, um cabeço penhascoso que se despenha quase a pique, a mais de 600 metros, sobre o Rio Angueira, que, por sua vez, vai confluir a oeste com o Rio Maçãs.(...)
Irresistível, se torna, pois, a subida a Algoso, nos tempos medievais chamada Ulgoso e Ylgoso, de onde se disfruta uma vista deslumbrante.»(1)
«De origem obscura; José Pedro Machado propôs a derivação de Ulgoso, do baixo-latim ulicosus, 'terra onde abunda o alecrim'. Tem os derivados Algosinas e Algosinho, e talvez mesmo Algoz, cujo nome não parece ter nada a ver com o substantivo idêntico.»(2)
CAÇARELHOS
Antiga freguesia do concelho de Vimioso, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
Esta aldeia, até ao século XIX pertencente ao concelho de Miranda do Douro, fazia parte da região onde se falava a língua mirandesa.
Caçarelhos é referida no romance "A Queda dum Anjo", de Camilo Castelo Branco.
«Do latim vulgar carcerellos, 'pequenos cárceres', talvez alusão a celas monásticas. Um documento de 1220 refere-se a Carcereli, o que abona esta etimologia.» (infopedia.pt)
VIMIOSO
Vila e concelho de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«Vimioso é mencionado desde os primórdios da nacionalidade portuguesa. Terá surgido a oeste da actual povoação (abaixo do Fundo da Vila), em local suficientemente húmido para produzir o vime que lhe deu o nome de lugar vimioso.
Naquela época, ter-se-á falado no seu termo o galego-português das terras situadas a ocidente do rio Maçãs e o asturo-leonês que originou a língua mirandesa nas terras situadas a norte e a leste do rio Angueira.»(1)
O nome da vila em mirandês é Bumioso ou Bimioso. A língua mirandesa ainda é falada nalgumas aldeias.
«Do baixo-latim [campus] viminosus, 'campo onde abundam os vimes'. Tem o derivado Vimiosa.»(2)
SAMODÃES
Freguesia do concelho de Lamego, Alto Douro, Portugal.
Segundo Dwaart Terraceltica:
«O termo ou étimo "SAM" celta relacionado com termo gaélico irlandês e escocês samain, samuin e Samhna ou SAMONIOS do calendario gaulês descoberto em Coligny, França. Tudo se refere ao FIM do Verão (confronte-se com Summer) e o início do Inverno e do NOVO ANO da roda do calendário celta data de grandes festividades de onde derivaram o Halloween e o dia de Finados ou de Todos-os-Santos. Então SAM refere-se literalmente a Terras do Poente e Terra das colheitas. Ah, é verdade, existe para além de outras terras com "SAM", a de SAMÕES, freguesia pertencente a Vila Flor, Trás-os-Montes, Norte de Portugal.»
Outras opiniões na Toponímia da Gallaecia:
SERAPICOS
Aldeias nos concelhos de Valpaços, Murça, Bragança e Vimioso, em Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«Parece derivar de Serápis, divindade egípcia cujo culto se espalhou por todo o Império Romano. Aparece na Galiza como Zarapicos. Tem a variante Sarapicos.» (infopedia.pt)
SAMIL
Freguesia do concelho de Bragança, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«Do baixo-latim [Villa] Salamiri, 'a quinta de Salamiro'. Também existe na Galiza, assim como a sua variante Samel.» (infopedia.pt)
BRAGANÇA
Cidade e concelho da região da Terra Fria, nordeste de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«As primeiras referências a um povoado (pagus), antepassado toponímico de Bragança, surgem nas actas do Concílio de Lugo (569 d. C.) sob a designação de Vergancia. Posteriormente, já na divisão administrativa de Wamba (666 d. C.) surge já uma referência a Bregancia. Salvaguarde-se, contudo, que esta referência pode não corresponder toalmente à verdade um vez que a cópia das actas a que se teve acesso é de elaboração posterior, podendo ter sido alvo de interpretação.(...)
Voltando à questão da origem de Bragança e do seu topónimo, sabe-se que nos séculos XI e XII, segundo os Livros de Linhagens, existiu a família dos Bragançãos, provavelmente fixada em Castro de Avelãs (...). Diz-se que Fernão Mendes, um dos Bragançãos mais ilustres, teria raptado e casado em segundas núpcias com D. Sancha, filha de D. Henrique e D. Teresa, tendo desempenhado um papel importante na defesa desta região. Bragança teria passado a constituir propriedade da coroa por falta de descendência nesta união. Segundo E. Carvalho “a família dos Bragançãos contribuiu para a fundação de um povoado que viria a ser denominado de Bragança, do nome da região e da alcunha familiar”. Este povoado teria ganho importância com as disputas para formação do novo reino, uma vez que Bragança funcionaria como primeira linha de defesa.(...)
Desta forma, só após as invasões bárbaras surgem referências a estes topónimos. Eduardo Carvalho refere que o actual topónimo – Bragança – derive do étimo Berge (do germânico monte) que, assim, significaria Terra dos Montes, negando as opiniões que associam o topónimo a Brigo (rei lendário de Espanha) ou a Briga (significando cidade). Este topónimo, teria desaparecido ou caído em desuso com a invasão árabe para aparecer associado, posteriormente, a uma região, como o prova, um documento de Ramiro III (967-982) que diz pertencerem ao bispado de Astorga “as igrejas que existem em Bragança pelo rio Tuela e segue até que entra no Doiro em frente de Zamora na parte do oriente”.
As origens de Bragança, enquanto região, talvez se possam atribuir ao século X ou XI. As origens da povoação são mais duvidosas - como, aliás, acontece no caso de outras cidades. Tudo parece indicar que no local onde se ergue a cidade teria existido um castro, eventualmente romanizado, que poderia ser a origem do povoado.»
(https://www.cm-braganca.pt/municipio/sobre-braganca/breve-panoramica-historica)
«Do topónimo latino Brigantia, talvez derivado do céltico briga, 'fortaleza', talvez de Brigantes, nome de uma tribo. Tem os derivados Barganção, Braganção e Braganças. O topónimo francês Briançon tem a mesma origem.» (infopedia.pt)
A última dinastia reinante em Portugal, até 1910, foi a da Casa de Bragança.
VILAR DE LEDRA / TERRA DE LEDRA
Vilar de Ledra é uma povoação da freguesia de Carvalhais, concelho de Mirandela, Trás-os-Montes, Portugal.
«No século VI, o Paroquial Suevo dá-nos conta da existência de Laetera, enigmática e vasta circunscrição administrativa que corresponde à mesma área onde nasceu o concelho de Mirandela. A importante e medieval Terra de Ledra estender-se-ia pela quase totalidade do actual concelho e por parte do de Vinhais (...). No dealbar do século XIII, já esta terra se encontrava dividida em três julgados: Lamas de Orelhão, Mirandela e Torre de Dona Chama. Todas estas povoações receberam foral e se constituíram em concelhos. Mirandela recebeu assim de D. Afonso III carta foral a 25 de Maio de 1250.»* Atualmente Lamas de Orelhão e Torre de Dona Chama são freguesias do concelho de Mirandela.
Ledra (Λήδρα) foi uma antiga cidade-reino situada no centro de Chipre, onde hoje se situa a capital, Nicósia.
Ledra é o nome científico dum género de insetos da ordem Hemiptera, da família Cicadellidae. A cigarrinha Ledra aurita é o único representante da subfamília Ledrinae em Portugal.
A imagem da esquerda é a capa do livro de Dionísio Manuel Fraga, natural de Vilar de Ledra.
* - https://www.cm-mirandela.pt/pages/303
➤ SENDIM — Lugares dos concelhos de Antas de Ulha e da Arnoia, na Galiza.
➤ SENDIM — Povoações dos concelhos de Felgueiras, Tabuaço, Alfândega da Fé e Miranda do Douro (Sendin, em mirandês), em Portugal.
➤ Sendim / Sendin, Terra de Miranda, Trás-os-Montes: «Os estudos toponímicos mais recentes estabelecem duas etimologias prováveis para o topónimo Sendim: uma tem origem antroponímica do nome próprio medieval "Sendinus" e a outra tem origem na palavra goda "sinth-s" que significa caminho. Neste caso Sendim assume o seu topónimo enquanto localidade que nasceu junto ao caminho que bifurcava da estrada romana ou "Carril Mourisco" e o ligava ao Sul de Espanha. (...) A 1ª referência escrita de Sendim é de 1258 nas Inquirições de D. Afonso III. Nova referência em 1291, em acordo feito entre D. Dinis e D. Fernão Peres, a propósito da comenda de Algoso em que o rei pedira à Ordem de Malta aldeias da ordem, entre as quais Sindym.» (https://www.cm-mdouro.pt/pages/111)
➤ Sendim da Ribeira, Alfândega da Fé, Trás-os-Montes: «o toponímico Sendim tem origem germânica e bastante comum na região transmontana. A origem do seu nome provém do germânico "Sandini", nos sécs. V e VI, no tempo em que ocorreram as invasões bárbaras, coincidindo com o fim do Império Romano e o aparecimento do Cristianismo. "Sandini" era um indivíduo muito poderoso da época, por ser detentor de todas aquelas terras. Daí a razão de lhe terem posto o mesmo nome à freguesia.» (http://www.terralusa.net/?site=183&sec=part4)
➤ Sendim, Felgueiras, Douro Litoral: «Nesta freguesia viveram povos pré-históricos romanizados e depois subjugados por aguerridos invasores, dos quais deve descender Sendino, que lhe deu o nome. Em 1112 a designação já figurava como nome da região.» (https://cm-felgueiras.pt/municipio/freguesias/sendim/)
⇨ «Do baixo-latim [Villa] Sindini, 'a quinta de Sindino'. Tem os derivados Sendinha e Sendinho. O topónimo Sendieira poderá estar-lhe relacionado, e, sendo assim, indicaria povoamento por colonos idos de Sendim.» (infopedia.pt)
MIRANDELA
Cidade, freguesia e concelho da Terra Quente, Trás-os-Montes, Portugal.
Mirandela: «Do baixo-latim mirandella, 'pequena atalaia'. Também existe na Galiza.» Miranda: «Do latim miranda, 'que deve ser admirada' e por extensão 'atalaia'.»(2)
«No século VI, o Paroquial Suevo dá-nos conta da existência de “Laetera”, enigmática e vasta circunscrição administrativa que corresponde à mesma área onde nasceu o concelho de Mirandela. A importante e medieval Terra de Ledra estender-se-ia pela quase totalidade do actual concelho e por parte do de Vinhais».(3) Na freguesia de Carvalhais existe a povoação de Vilar de Ledra.
TOURÉM
A freguesia portuguesa de Tourém, no concelho de Montalegre, em Trás-os-Montes, faz uma acentuada reentrância em território da Galiza. É a única freguesia portuguesa na vertente norte do Gerês. A parte norte da freguesia está isolada do resto de Portugal pela barragem do Rio Salas.
«Do baixo-latim [Villa] Teodoreti, 'a quinta de Teodoreto'. Tem a variante Tourei e os derivados Tourão, Touroa e Tourões.» (infopedia.pt)
O mapa de Domingo Fontán, de 1854, em castelhano, apresenta Tourém como Torey (à esquerda na imagem).
(https://www.facebook.com/groups/1687756998191500)
MAGUEIJA
Freguesia do concelho de Lamego, Alto Douro, Portugal.
«De origem pré-romana; Almeida Fernandes interpreta-o como 'colina pedregosa'. Tem as variantes Magueixa, Maqueija e Maqueja, e o derivado Magueijinha.» (infopedia.pt)
LALIM
Concelho na Galiza e freguesia do concelho de Lamego, Alto Douro, Portugal.
➤ Em Portugal: «Lalim, nome que advém do latim de Villa Lallini (Lalim da proto-história), começou por ser um tracto agrário-populacional, sendo uma vila organizada por Lallinus (nome pessoal tirado de Lallus, divindade ou génio tutelar das armas). Esta designação remonta aos séculos III/IV, quando a reforma agrária de Diocleciano obrigou à adjectivação do nome do possessor, numa época sensivelmente tardia da romanização, podendo admitir-se que este nome lhe foi dado por um suevo romanizado.» (Projecto de Lei N.º 516/VI, Elevação de Lalim à categoria de vila. Diário da Assembleia da República, II Série-A - Número 27. 16 de Março de 1995.)
➤ Na Galiza: «Terra inçada de castros, os seus nomes perderam-se como o nome tribal. É natural em terra rica, cobiçada dos conquistadores. Os castros detetados seriam cativos na época soberana. Os hoje centrais são 'nomina possessoris', como Lalim (< *Lallini “de Lallinus”).» (http://www.adigal.org.ar/TRIBOSUNIFICADOparaREDE.pdf)
«O coengo Buenaventura Cañizares deixou probado con documentos demostrativos que o topónimo Lalín ven de "Lalino", un colono do Conde de Deza que tivo ó seu cargo as terras nas que, anos máis tarde (980), se erixiu o mosteiro de San Martiño de Lalín de Arriba.» (http://lalin.gal/concello/historia)
➤ Outra explicação: «Lalim. Aldêa na Provincia da Beira, Bispado de Lamego, fundação de Zeidan Ben huin, Regulo daquella Cidade. Significa Irreprehensivel.» (Vestigios da lingoa arabica em Portugal, Fr. João de Sousa, 1830)
https://www.facebook.com/groups/1687756998191500
SABROSA
Vila, freguesia e concelho do Alto Douro, Portugal.
Sabrosa é alegada terra natal de Fernão de Magalhães, o que é refutado por vários historiadores. O escritor Miguel Torga nasceu em São Martinho de Anta, neste concelho.
«Há duas versões quanto ao aparecimento da palavra Sabrosa: do adjectivo sabulosus (terras com saibro ou arenosas), do adjectivo saborosus (das águas e frutos saborosos).»(1)
«Supõe-se que o topónimo deriva de um dos adjectivos: sabulosus (terras saibrentas, areentas) ou de saburosus, aludindo à excelente qualidade das suas águas e frutos.»(2)
«De saibrosa, 'terra onde abunda o saibro'. Tem os derivados Sabroso, Sebrosa, Sebrosas, Sebrosinho e Sobroso.»(3)
FALPERRA
➤ Rampa da Falperra — Prova de automobilismo realizada desde 1927 na zona da Falperra, com o final na base do Santuário do Sameiro, em Braga, Minho, Portugal.
➤ Serra da Falperra — Serra do sistema montanhoso Alvão-Marão, em Trás-os-Montes, Portugal.
⇨ Topónimo: de origem controversa; poderá ser contração de falda da pedra.(1)
➤ Falperra: - Lugar onde se acolhem ladrões ou malfeitores; lugar onde há assaltos com frequência; ladroagem; roubalheira; (Douro, Minho) barulheira resultante de reunião de pessoas ou animais. De Falperra, topónimo, serra do Norte de Portugal, onde se escondiam muitos salteadores.(1) ★ Lugar povoado de salteadores ou ladrões onde são comuns os assaltos; covil de ladrões; roubalheira, ladroagem, roubo; grande barulho; ruído de muitas vozes.(2) ★ Lugar infestado por salteadores. ★ Comércio que explora a clientela. De Falperra, topónimo.(3)
➤ Falpórria: Pessoa que age de forma vil; biltre; farsola.(1) ★ Indivíduo sem caráter, vil; tratante, canalha, falpórrias.(4) ★ Birbante, patife; farsola.(5)
TELÕES Freguesia do concelho de Vila Pouca de Aguiar , Trás-os-Montes e Alto Douro , Portugal. «Do baixo-latim [Villa] Tellonis , 'a ...