TELÕES
Freguesia do concelho de Vila Pouca de Aguiar, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«Do baixo-latim [Villa] Tellonis, 'a quinta de Telo'.» (infopedia.pt)
TELÕES
Freguesia do concelho de Vila Pouca de Aguiar, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
«Do baixo-latim [Villa] Tellonis, 'a quinta de Telo'.» (infopedia.pt)
PRAÇA PASTEUR
Praça na freguesia do Areeiro, Lisboa, Portugal.
Louis Pasteur foi um cientista francês do século XIX.
A Praça Pasteur situa-se a meio da Avenida de Paris.
ROALDE
Aldeia da freguesia de São Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
Robalde: «Do baixo-latim [Villa] Ranualdi, 'a quinta de Ranualdo'. Tem a variante Roalde.» (infopedia.pt)
MONCHIQUE
Vila, freguesia, concelho e serra do Algarve, Portugal.
«Considerando a documentação textual islâmica, a serra de Monchique entra na historiografia na primeira metade do século IX da nossa era. A denominação Monchique deriva do nome atribuído pelos muçulmanos a esta serra – Munt Šāqir, que significa “Monte Sacro” ou “Montanha Sagrada” –, correspondendo a uma provável adaptação e conservação de um topónimo de origem latina (Mons Săcĕr), ou seja, a designação Monchique sofreu alterações devido às diferentes culturas que nesta serra se estabeleceram e aos distintos momentos civilizacionais. Posteriormente, aquando da primeira conquista de Silves em 1189 pelo rei D. Sancho I (1185-1211), é feita referência aos castelos que dependiam dessa cidade e que se renderam aos cristãos, salientando-se, entre outros, os castelos de Munchite e de Montagut. O primeiro destes nomes dever-se-á relacionar com as ruínas de uma fortificação islâmica que coroa o Cerro do Castelo da Nave, a sudoeste da vila de Monchique, enquanto o segundo provavelmente corresponderá às ruínas da fortificação muçulmana existente no topo do Sítio Arqueológico do Cerro do Castelo do Alferce.»(1)
«Parece vir do árabe marjiq, 'espinhoso', mas a origem deste topónimo ainda não está determinada com segurança.»(2)
ESTARREJA
Cidade e concelho da Beira Litoral, Portugal.
«Em 1334 surge a primeira menção a Estarreja, cuja origem do nome parece derivar do estuário que se formava fronteiro à povoação, já referenciada como Aestuaria pelo escritor romano Plínio, na margem dum rio e na costa marítima.»(1)
«De origem incerta, talvez ibérica.»(3)
AVANCA
Freguesia do concelho de Estarreja, Beira Litoral, Portugal.
«De um étimo céltico obscuro, talvez ligado a banc, 'encosta', 'ribanceira'.» (infopedia.pt)
SEGADÃES
Vila e antiga freguesia do concelho de Águeda, Beira Litoral, Portugal. Foi sede de concelho até 1836.
Segade: «Do baixo-latim [Villa] Sagati, 'a quinta de Sagato'. Tem os derivados Segadães e Segado.» (infopedia.pt)
Rua na Cova da Piedade, Almada, Estremadura, Portugal.
Vera Cruz (em latim Vera Crux, verdadeira cruz) é uma alusão à cruz em que Jesus Cristo foi crucificado.
OUR-
OUR- : Ouro, água, outra origem?
⬧ Galiza:
Ourol, concelho de Guntim; Oural, concelho de Carinho; Ourada, concelho de Ponteceso; Oural, concelho de Boqueijom; Ourís, concelho de Arzua; Ourantes, concelho de Punjim; Ourense.
➤ Ourol, Marinha Ocidental: «Os vichelocregos simbolizan o topónimo Ourol, derivado do latín aureolus (dourado).» (gl.wikipedia.org/)
➤ Ourantes: «O topónimo Ourantes é un hidrónimo de orixe prerromana, da raíz *awer- co significado de 'mollar, humedecer, fluír'. Outros autores defenden que é un orónimo a partir da raíz preindoeuropea *or-r/ur-r "outeiro, algura, monte ou val entre montes".» (gl.wikipedia.org/)
➤ Ourense: «Bautizada polos romanos como "A cidade de ouro" (Auriense).» (gl.wikipedia.org/)
⬧ Portugal:
Serra do Oural, concelhos de Ponte da Barca, Ponte de Lima e Vila Verde; Barragem de Oural, Cabeceiras de Basto; Oural, concelho de Paredes; Rio Douro; Ourentã e Ourentela, concelho de Cantanhede; Ourém; Abrantes.
➤ Rio Douro: «Versões populares para a origem do seu nome são várias. A mais provável aponta para o antigo celta dur ou dubr (água, rio)». (pt.wikipedia.org/)
➤ Ourentã: «Freguesia de solo ubérrimo, farta de água». / «De “aura” = tontura, vertigem?» / «com boa dose de probabilidade, uma origem etimológica em raiz latina “auru” (ouro)».(http://www.freguesiadeourenta.eu/)
➤ Ourém: «No documento de doação do eclesiástico em 1183 por D. Teresa, afirma-se que o local onde foi construído o castelo anteriormente se chamava Abdegas: "Aprouve-me fazer testamento do eclesiástico de Ourém, que antes se chamava Abdegas". No entanto, no foral de Leiria de 1142 a palavra Ourém (Portus de Auren) já era referida, pela primeira vez, como limite territorial do termo de Leiria, e parece indicar um curso de água (...) A palavra Portus significava uma travessia de um rio ou ribeiro. A comparação dos documentos leva a concluir que o "Porto de Ourém" se situava entre a Sabacheira e Seiça. Por isso, é de crer que inicialmente a palavra Auren designasse apenas a ribeira com os seus terrenos adjacentes.» (pt.wikipedia.org/)
➤ Abrantes: «Poderá vir de um hipotético Aurantes, derivado de aurum, 'ouro', através de Aulantes, forma que aparece num documento de 1176.» (infopedia.pt/)
CASAL
Casal, e variantes, é um topónimo comum para pequenas povoações.
«Pequeno povoado; lugarejo; propriedade rústica; conjunto de propriedades aforadas e descritas numa escritura de emprazamento; casal agrícola: unidade constituída por casa de habitação com dependências adequadas à exploração rural e por terrenos de área suficiente para a manutenção de uma família de cultivadores. Do latim casale-, "quinta; fazenda"». (infopedia.pt)
«Casa solarega; casa rústica com as propriedades; pequeno povoado numa aldeia; lugar». (estraviz.org)
ODEMIRA
Vila e concelho do litoral do Baixo Alentejo, Portugal.
É o concelho português mais extenso, com 1720,6 km² (17 vezes o tamanho de Lisboa). É atravessado pelo Rio Mira, que desagua em Vila Nova de Milfontes.
«Estudos históricos e semânticos revelam que o termo ode deriva do árabe wad, que significa rio, e o elemento mira terá origem pré-céltica, estando relacionada também com a ideia de água. Do que se depreende que o topónimo Odemira se refere em diferentes línguas à noção de curso de água, o que denota a importância do rio.»(1)
O nome «provirá do árabe Ode, "rio", e da corrupção e mir ou emir, "príncipe, chefe, senhor".»(2)
«Do árabe wadi mira, 'Rio Mira', um hidrotopónimo composto. Não está relacionado com o antropónimo germânico Odomir.»(3)
➤ SARRIA — Vila, concelho e comarca da Galiza, Reino de Espanha.
➤ SABROSA — Vila e concelho de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
Lugares onde há sarro / sárrio / saibro / sábrego / xabre / salavedro / saavedro / xabredo / sagredo / saburra / cebre.
⮚ Sabrosa: «de saibrosa, 'terra onde abunda o saibro'. Tem os derivados Sabroso, Sebrosa, Sebrosas, Sebrosinho e Sobroso.» (infopedia.pt)
➤ SARREAUS — Concelho da comarca da Límia, Galiza.
«O nome de Sarreaus procede do latim Sarrianus, "os que vêm de Sarria", devido a que no seu momento se repovoou com habitantes desta vila luguesa.» (adptado de gl.wikipedia.org)
☛ Ver também:
- Sabrosa, Portugal.
SANTA CRUZ
Cidade, freguesia e concelho no sudeste da ilha e Região Autónoma da Madeira, Portugal.
Segundo Gaspar Frutuoso em Saudades da Terra (século XVI), na ortografia da época:
«passando huma volta que faz a terra, entraram em huma fermosa angra na praya, na qual viram hum fermoso e deleitoso valle coberto de arvoredo por sua ordem composto, onde acharam em terra huns cepos velhos derribados do tempo, dos quaes mandou o capitam fazer huma cruz, que logo fez alvorar em hum alto de huma árvore, dando nome ao logar Sancta Cruz, onde ao depois se fundou huma nobre villa.»
As Ilhas Desertas (reserva natural) fazem parte do concelho de Santa Cruz.
O Aeroporto Internacional da Madeira, também chamado Aeroporto Cristiano Ronaldo, situa-se em Santa Cruz.
FOLGOSINHO
Vila e freguesia do concelho de Gouveia, Beira Alta, Portugal.
«Diminutivo de folgoso, variante local de felgoso, 'terreno coberto de felgas'. Tem os derivados Folgar, Folgarinho, Folgarosa, Folgosa, Folgosas, Folgoselho, Folgoso, Folgueira, Folgueiro e Folgueirosa.»
⮚ Felga: 1. torrão desfeito. 2. raízes das plantas que ficam a descoberto ou se desprendem após a cava de um terreno. 3. balbúrdia; atrapalhação. Do latim *filica-, de filice-, «feto».
⮚ Felgueira: 1. fetal. 2. terreno onde há muita felga. Do latim filicaria-, de filice-, «feto». (infopedia.pt)
⮚ Folgoso: Lugar onde há muitos fentos [fetos]. Fiuncheira. (estraviz.org)
☛ Ver também:
- Felgueiras.
AVENIDA RAINHA DONA LEONOR
Avenida na freguesia da Cova da Piedade, Almada, Estremadura, Portugal.
D.ª Leonor (1458-1525), também conhecida como Leonor de Avis, foi consorte de D. João II. É famosa por ter fundado um estabelecimento de banhos e um hospital termal, o que originou o nome da cidade das Caldas da Rainha. O Hospital Termal, concluído cerca de 1488, é o mais antigo do Mundo em funcionamento. D.ª Leonor instituiu também a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
O retrato de D.ª Leonor é de criação artificial.
RUA NUNO ÁLVARES BOTELHO
Rua da cidade de Almada, Estremadura, Portugal.
Nuno Álvares Botelho nasceu na Aldeia Galega do Ribatejo (Montjo), cerca de 1590, e faleceu em Sumatra (Indonésia) em 1631. Foi capitão geral das armadas de alto bordo (também designado Capitão-General da Armada Real dos Galeões de Alto Bordo do Mar Oceano) e governador da Índia. Era filho de Diogo Botelho, o oitavo governador-geral do Brasil.
O retrato de Botelho é de criação artificial, baseada na imagem em https://ancestors.familysearch.org/pt/G2N6-73G/nu%C3%B1o-alvarez-botelho-1590-1631.
BOCA DO VENTO
Lugar da freguesia e cidade de Almada, Estremadura, Portugal.
«Designa-se por Boca do Vento o espaço compreendido entre o Pátio do Prior e o miradouro sobre o Tejo, abrangendo todo o largo do mesmo nome.
Neste caso, como em todos os outros no concelho denominados boca, trata-se de uma abertura na arriba fronteira ao litoral.
Do lado nascente da Boca do Vento fica o sítio hoje chamado Quintinha e que é muito provavelmente aquele que Fernão Lopes chamou "meijão frio".
Junto da Quintinha está o edifício dos Serviços Administrativos da Câmara Municipal implantado, no local onde teve residência o poeta Diogo Paiva de Andrade, que aí faleceu em 1660. Nas mesmas casas habitou sua filha D.ª Brites Teresa de Meneses.»
(Sousa, R.H. Pereira de. Almada. Topnímia e História, CMA, 2003.)
CONDEIXA-A-NOVA
«A etimologia de Condeixa, já entrevista por Borges de Figueiredo, foi plenamente confirmada por Ruy de Azevedo ao invocar a abonação antiga de Villa cova de Condessa domna Onega, constante de documento de Lorvão, de 928. Não é impossível que o nexo -eix- <C-iss- (comit-issa) de Condeixa constitua outro fenómenos de fonética moçárabe. No entanto, talvez não seja necessário recorrer a esta hipótese atendendo a casos congéneres como o ant. nome pessoal Verèiximo =- gal. Breixo, de Verissimus, ou, na toponímia hodierna, Codexido (conc. de Marco de Canaveses) réplica de Codecido (ou seja, melhor, Codessido), representantes do lat. cytiss-êtum ‘lugar dos codessos’, formas que atestariam uma já antiga tendência de palatalisar o grupo -ss- quando precedido de vogal palatal.»(1)
ORADA
Freguesia do concelho de Borba, Alto Alentejo, Portugal.
«Do português arcaico orada, 'ermida', 'lugar onde se reza'. Tem os derivados Oradas e Orado.»
Orada: «1. lugar onde o povo vai orar. 2. ermida fora do povoado. Origem: Do latim orata, "súplicas", particípio passado neutro plural substantivado de orare, "orar; suplicar."»
TELÕES Freguesia do concelho de Vila Pouca de Aguiar , Trás-os-Montes e Alto Douro , Portugal. «Do baixo-latim [Villa] Tellonis , 'a ...