PRAÇA PASTEUR
Praça na freguesia do Areeiro, Lisboa, Portugal.
Louis Pasteur foi um cientista francês do século XIX.
A Praça Pasteur situa-se a meio da Avenida de Paris.
PRAÇA PASTEUR
Praça na freguesia do Areeiro, Lisboa, Portugal.
Louis Pasteur foi um cientista francês do século XIX.
A Praça Pasteur situa-se a meio da Avenida de Paris.
RUA DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA, antiga freguesia da Encarnação, freguesia da Misericórdia, Lisboa, Portugal.
O nome é devido ao antigo Convento de São Pedro de Alcântara (ou dos Arrábidos). Também se chamou Rua Direita de São Pedro de Alcântara e Rua da Torre de São Roque e Rua da Torre do Relógio. Junto a esta rua encontra-se o jardim e miradouro de São Pedro de Alcântara. Esta zona, no centro histórico de Lisboa, não tem relação com a zona de Alcântara na parte ocidental da cidade.
São Pedro de Alcântara (Juan de Garabito y Vilela de Sanabria, 1499-1562) foi um frade franciscano, nascido em Alcántara, Extremadura, que viveu em Portugal. Entre outras coisas, ajudou a organizar mosteiros na Serra da Arrábida.
TRAVESSA DO COTOVELO, freguesia da Misericórdia, Lisboa, Portugal. Entre a Rua do Arsenal e o Largo do Corpo Santo.
Este topónimo urbano é devido ao formato a rua, que sugere um cotovelo.
Cotovelo: 1. articulação que liga o braço e o antebraço, formada entre a extremidade inferior do úmero e as extremidades superiores do rádio e do cúbito e fixada por fortes ligamentos e músculos. 2. (figurado) dobra ou encurvamento pronunciado. 3. (figurado) esquina. (infopedia.pt)
TRAVESSA DOS BARBADINHOS, freguesia da Estrela, Lisboa, Portugal.
Situa-se entre a Calçada do Marquês de Abrantes e a Rua da Esperança. O nome é devido aos frades Capuchinhos franceses que se instalaram 1648 no Convento de Nossa Senhora da Porciúncula. Eram chamados barbadinhos porque usavam barba.
☛ Não deve ser confundida com a Calçada dos Barbadinhos, na freguesia de Santa Engrácia.
TRAVESSA DAS MÓNICAS, freguesia de São Vicente, Lisboa, Portugal.
A Travessa das Mónicas, entre a Rua de São Vicente e o Largo da Graça, deve o seu nome ao Convento de Santa Mónica fundado em 1585 por Dª. Maria Abranches, destinado às religiosas eremitas descalças de Santo Agostinho. Após a extinção das ordens religiosas, o Estado instalou no Convento a Casa da Correcção dos Rapazes em 1871. Em 1901 tornou-se uma casa similar para raparigas. Em 1917 passou a ser uma cadeia para mulheres, conhecida como Cadeia das Mónicas até 1953, quando a foram transferidas para a nova Cadeia Central de Mulheres em Tires. Em 1961 voltou a ser usada como a parte feminina da Cadeia Comarcã de Lisboa, passando em 2005 para os reclusos em Regime Aberto Voltado para o Exterior, do Estabelecimento Prisional de Lisboa. (https://toponimialisboa.wordpress.com/)
TRAVESSA LARGA
Há muitas ruas mais estreitas e mais curtas que a Travessa Larga, na antiga freguesia do Coração de Jesus, freguesia de Santo António, Lisboa, Portugal.
Já foi chamada Travessa do Macedo. Liga a Rua do Passadiço com a Rua de Santa Marta.
TRAVESSA DO ENVIADO DE INGLATERRA
Via na antiga freguesia do Coração de Jesus, freguesia de Santo António, Lisboa, Portugal.
«A Travessa do Enviado de Inglaterra guarda a memória da presença de diplomatas ingleses na Lisboa da época das invasões napoleónicas.
De acordo com o olisipógrafo Norberto Araújo, o traçado do arruamento parece corresponder à setecentista Travessa de Lázaro Verde, que limitava uma Quinta dos Verdes, família de alemães depois naturalizada portuguesa de que o poeta Cesário Verde foi descendente.
Entre os Enviados de Inglaterra que viveram nesta artéria, sabe-se que um deles foi Lord Robert Stephen FitzGerald (1765-1833) que foi ministro plenipotenciário para Portugal entre 1802 e 1806.»
(https://toponimialisboa.wordpress.com/2015/07/15/a-travessa-do-enviado-de-inglaterra/)
TRISTE-FEIA
É uma via que não é classificada como rua, nem largo, nem praça. Chama-se simplesmente Triste-Feia. É paralela à Rua da Costa, confluindo com a Rua Maria Pia junto à estação de Alcântara-Terra. A história contada é que havia três irmãs, uma das quais feia e rejeitada pelos rapazes, apesar de ter a simpatia dos vizinhos. Na toponímia urbana, o nome surge no século XVIII como Triste Feya e Triste-Fea, assim como depois Triste Feia, sem hífen. O mural, posterior a 2019, é obra do artista italiano Fulvio Capurso.
➤ Na freguesia de Milagres, concelho de Leiria, também existe uma povoação chamada Triste Feia.
➤ The name of this street in Lisbon means "sad and ugly" in Portuguese.
RUA DO BENFORMOSO, na antiga freguesia do Socorro, freguesia de Santa Maria Maior, Lisboa, Portugal. Localiza-se entre a Praça Martim Moniz e o Largo do Intendente Pina Manique.
A Rua do Benformoso era a Rua do Boi Formoso, anteriormente a Rua Direita da Mouraria (séc. XVI), e a zona também foi conhecida por Benfica. Segundo Norberto Araújo em Peregrinações em Lisboa (1938), na ortografia original, que oscila entre Benformoso e Bemformoso:
Baía e cidade na África do Sul.
O nome é uma homenagem ao português António de Saldanha, capitão de uma nau da frota de Afonso de Albuquerque em 1503. Saldanha foi o primeiro europeu que visitou a baía junto ao Cabo da Boa Esperança, à qual foi dado o nome de Agoada de Saldanha. Em 1601 os holandeses mudaram-lhe o nome para Tafelbaai (Table Bay, Baía da Mesa) e o nome de Saldanha passou para a baía mais a norte.
➤ Saldanha é também o nome duma freguesia do concelho de Mogadouro, em Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
➤ A Praça do Duque de Saldanha, uma das principais do centro de Lisboa, homenageia o Marechal Saldanha (João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun, 1790-1876).
TELHEIRAS
Bairro da freguesia do Lumiar, Lisboa, Portugal. É uma das zonas de urbanização mais recente e intensa no município de Lisboa, mas ainda subsistem recantos anteriores, como nesta Estrada de Telheiras.
Não há consenso sobre a origem do nome, que pode ser do português antigo telhado, "forno de telha", ou de tílias, relativo à árvore. Em grafias antigas há registo de Tilheiras e Tilheyras.
CAMPO DOS MÁRTIRES DA PÁTRIA — CAMPO DE SANT'ANA
Lugar da antiga freguesia da Pena, antes também chamada freguesia de Santana, atual freguesia de Arroios, no centro de Lisboa, Portugal.
Esta praça é um dos vários lugares em Lisboa onde perdura um nome antigo a par do oficial. O antigo Campo de Sant'Ana (ou Santana) em 1879 passou a ser designado por Campo dos Mártires da Pátria, em homenagem aos onze companheiros do general Gomes Freire de Andrade que foram aqui enforcados, suspeitos de conspiração contra o general inglês William Beresford. O Visconde Beresford foi comandante-em-chefe do Exército Português e na prática governador de Portugal durante o exílio da Corte no Rio de Janeiro.
No Campo de Santana situa-se a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, no edifício da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa criada em 1836. Em frente ao edifício encontra-se a estátua do Dr. Sousa Martins (na foto), que é popularmente considerado e cultuado como um santo, apesar de laico, como mostram os inúmeros ex-votos que rodeiam a estátua. O Dr. Sousa Martins, falecido em 1897, é muito mais conhecido que os Mártires da Pátria.
O jardim neste Campo tem o nome de Braamcamp Freire, um historiador e político do fim da monarquia e início da república. No seu tempo tinha a invulgar característica de ser simultaneamente republicano e católico.
No jardim está a placa, do lado esquerdo da imagem, cujo texto, na ortografia da época, é o seguinte:
«Em 18 de outubro de 1817 foram supliciados neste campo por defenderem a liberdade e a integridade da patria os heroicos companheiros do general Gomes Freire de Andrade cujos nomes se recordam á posteridade.
José Joaquim Pinto da Silva, José Campelo de Miranda, José Ribeiro Pinto, Manoel Monteiro de Carvalho, Henrique José Garcia de Moraes, José Francisco das Neves, Antonio Cabral Calheiros Furtado e Lemos, Pedro Ricardo Figueiró, Manoel de Jesus Monteiro, Manoel Inacio de Figueiredo, Μaximiano Dias Ribeiro.
Honra á sua memoria.
Esta lapida significa a homenagem da Câmara Municipal de Lisboa na comemoração do centenario da morte dos gloriosos extinctos. 18 de outubro de 1917.»
RUA DO EMBAIXADOR, freguesia de Belém, Lisboa, Portugal.
Foi no século XVIII chamada a Rua Nova do Embaixador de Castela. Refere-se ao embaixador castelhano o Conde de Mazeda (Maceda?), entre 1757 e 1760.
CALÇADA DO MARQUÊS DE TANCOS, Alfama, antiga freguesia de São Cristóvão e São Lourenço, freguesia de Santa Maria Maior, Lisboa, Portugal.
Na foto, o Palácio do Marquês de Tancos, um dos raros edifícios do século XVI que resistiram ao terramoto de 1755. O título de Marquês de Tancos foi criado por D. José I a favor de D. João Manoel de Noronha (1679-1761), 6.º Conde da Atalaia.
☛ Ver também:
- Tancos.
CALÇADA DO FERRAGIAL, antiga freguesia de São Paulo, freguesia da Misericórdia, Lisboa, Portugal.
Ferragial: campo em que se cultivam plantas ou ervas para a alimentação do gado, ferregial.
Ferregial: campo de ferrejo ou ferrã; terreno em que se cultivam plantas ou ervas para a alimentação do gado; farrejal, ferragial.
Ferrejo, ferrã: cevada ou centeio cortados enquanto verdes para o gado; planta ou erva utilizada como forragem, ferrejo, ferranha. Ferranha: qualquer erva utilizada como forragem, ferrã. Do latim farragine.
Ferregial: do português antigo ferragial, 'campo de ferrejo' ou 'pastagem'. Tem os derivados Ferrejal, Ferrujal e Ferrujais. (infopedia.pt)
PRAÇA DOS RESTAURADORES, freguesia de Santa Maria Maior, Lisboa, Portugal.
Esta praça, com o monumento, homenageia os heróis da Restauração da Independência, de 1 de dezembro de 1640, e da Guerra da Restauração que se seguiu. A revolta, iniciada pelos Conjurados, pôs fim a 40 anos de domínio da dinastia filipina dos Habsburgo, da Coroa de Castela, e levou à instauração da dinastia de Bragança, com a aclamação de D. João IV.
A Praça dos Restauradores situa-se entre a Rua 1.º de Dezembro e a Avenida da Liberdade, onde antes se localizava o Largo do Passeio Público. A praça foi criada em 1884 e o Monumento aos Restauradores foi inaugurado em 1886.
ALCÂNTARA
Freguesia da zona ocidental de Lisboa, Portugal.
Do árabe al-qantara, «ponte». A palavra alcântara designava especificamente uma ponte de pedra.
A zona de Alcântara chamava-se Horta Navia no tempo dos romanos. Tinha uma ponte sobre a ribeira, no agora chamado Vale de Alcântara. Durante o domínio mouro a zona foi chamada Alcântara, ou seja a designação árabe da referida ponte.
A freguesia foi criada em 1770, com o nome de São Pedro em Alcântara por se transferir para esta zona aquela que era até então a freguesia de São Pedro em Alfama. Durante algum tempo, parte da freguesia pertenceu ao extinto concelho de Belém.
A Ermida ou Igreja de Santo Amaro, no centro da foto superior, foi iniciada no século XVI. A sua construção é atribuída aos galegos de uma barca que naufragou à entrada da barra. Outra hipótese é um grupo de frades da Ordem de Cristo. Santo Amaro é o padroeiro dos galegos que vivem em Portugal.
A Ponte 25 de Abril, inaugurada em 1966, na margem norte amarra em Alcântara e é prolongada por um viaduto sobre os edifícios.
☛ Ver também:
- Alcântara, Maranhão, Brasil.
PRAÇA MARTIM MONIZ, freguesia de Santa Maria Maior, Lisboa, Portugal.
«MARTIM MONIZ. Fidalgo e capitão do exército de Afonso Henriques, autor de feitos notáveis na Batalha de Ourique, teve acção preponderante na conquista de Lisboa em 1147. Segundo a lenda, ter-se-á atravessado numa das portas e, com a ajuda do machado, terá permitido aos companheiros a entrada no castelo. Trespassado pelas lanças mouriscas, morreu por Lisboa cristã.»
(Texto na placa do monumento na praça.)
RUA GENERAL TABORDA, freguesia de Campolide, Lisboa, Portugal.
Não tenho muitas informações sobre quem foi este general, mas creio que estava entre os Bravos do Mindelo, que é o nome dado ao desembarque das tropas liberais no Mindelo, a norte do Porto, em 8 de Julho de 1832, durante as Guerras Liberais.
RUA DAS PRETAS, antiga freguesia de São José, freguesia de Santo António, Lisboa, Portugal.
É «uma transversal à Avenida da Liberdade. Pouco se sabe sobre a origem [ deste topónimo ]. Contudo, no que toca à Rua das Pretas, "conhecem-se referências já do século XVII" (nº6, 2001, p.211), possivelmente relacionadas com um grupo de mulheres negras que geriam alojamentos para forasteiros naquele local.» (https://maislisboa.fcsh.unl.pt/africa-no-feminino-ruas-lisboa/)
TELÕES Freguesia do concelho de Vila Pouca de Aguiar , Trás-os-Montes e Alto Douro , Portugal. «Do baixo-latim [Villa] Tellonis , 'a ...