BANGUI
Capital e maior cidade da República Centro-Africana, na margem direita do Rio Oubangui.
O nome de Bangui na língua bobangui significa «rápidos» (no curso do rio).
https://scholarlypublications.universiteitleiden.nl/access/item%3A3663672/view
BANGUI
Capital e maior cidade da República Centro-Africana, na margem direita do Rio Oubangui.
O nome de Bangui na língua bobangui significa «rápidos» (no curso do rio).
SÃO VICENTE
Vila, freguesia e concelho da ilha e Região Autónoma da Madeira, Portugal. Situa-se na costa norte da ilha, entre os concelhos de Porto Moniz e Santana.
O topónimo está ligado a São Vicente de Saragoça. Contudo, o motivo da invocação e devoção ao santo está envolto em várias lendas, incluindo a sua aparição na foz da ribeira, na gruta de um rochedo, como consta no brasão da freguesia.
São Vicente é topónimo em vários lugares nos países de língua portuguesa, assim como noutros.
https://cm-saovicente.pt/
MONFERO
Concelho da comarca do Eume, Galiza, Reino de Espanha.
O topónimo é de origem latina, derivado de mons, «monte, montanha», e de ferus, «feroz, selvagem, bravo», com o significado original de território com pouca intervenção humana.
https://www.lavozdegalicia.es/noticia/ferrol/valdovino/2021/07/25/span-langglfesta-toponimos-ares-valdovinospan/0003_202107F25C9991.htm
VALPAÇOS
Cidade, freguesia e concelho de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal.
O topónimo tem origem em Vale de Paços, derivado do latim vallis, «vale», e pascuus, pascua, pascuorum ou paschorum, ligado a «pastagem». Assim, Valpaços significa «vale de pastagens». Grafias antigas incluem Valle Pasci, Valle de Paços, Val de Paços.
A interpretação de Paços no sentido de palácio ou casa senhorial é improvável.
OEIRAS DO PARÁ e OEIRAS (PIAUÍ)
Oeiras, no Piauí, e Oeiras do Pará são duas cidades brasileiras com o nome da vila portuguesa de Oeiras.
CASTELO BRANCO
Cidade, freguesia e concelho da Beira Baixa, Portugal.
O topónimo deriva do baixo-latim castellum blancum, «castelo branco». O gentílico é albicastrense, derivado do latim clássico album castrum, «castelo branco».
A Herdade da Cardosa, ou Vila Franca da Cardosa, fazia parte da Herdade da Açafa que D. Sancho I doou aos Templários. No século XIII, na Colina da Cardosa, os Templários edificaram uma fortificação, no local onde está o castelo subsequente. Aqui teria existido um castro pré-romano, sendo a povoação de Moncarche ou Moncarche da Cardosa anterior ao castelo templário. O nome Castelo Branco surgiu num foral do século XIII, assim como nalguns registos como Castelo Branco de Moncarchino, sendo esta uma forma latinizada de Moncarche. Posteriormente o topónimo foi reduzido para Castelo Branco.
Alguns autores defendem a ligação entre Castelo Branco e a antiga Castra Leuca, Castraleuca ou Catraleucos, que seria um castro celta referido por Ptolomeu e relacionado com a deusa Leucothea, a «deusa branca», significando assim «castro branco».
A ortografia Castello Branco era usada no século XIX.
➤ Castelo Branco é também o nome de freguesias dos concelhos da Horta e de Mogadouro.
ÁGUEDA
Cidade, freguesia e concelho da Beira Litoral, Portugal.
A povoação chamava-se Casal Lausato. Em 1834 tornou-se vila e sede de concelho. Passou a denominar-se Agatha como o rio afluente do Vouga que a atravessa. Transformou-se depois em Águeda.
Santa Águeda foi uma mártir cristã do século XIII. O nome deriva do latim Agatha, derivado do grego Αγαθῆ (agathê), «boa, virtuosa». Outras variantes, latinizadas são Ágada e Anégia.
Uma diferente hipótese para a origem do nome é a raiz indo-europeia *aku̯ā, «água, rio», relacionada com cognatos indo-europeus do latim aqua.
➤ Águeda é também o nome do rio que passa em Ciudad Rodrigo (Leão, Espanha) e que faz a fronteira com o concelho português de Figueira de Castelo Rodrigo até desaguar no Douro.
➤ Águeda é igualmente uma localidade do município leonês de Ciudad Rodrigo.
CIUDAD RODRIGO
Cidade e município da região de Leão (Llión / León), na comunidade autónoma de Castela e Leão (Castiella y Llión / Castilla y León), Reino de Espanha. Situa-se numa elevação na margem do Rio Águeda, o qual faz depois a fronteira com o concelho português de Figueira de Castelo Rodrigo.
No fim do século XI a zona foi integrada no reino cristão de Afonso VI de Leão. Cerca do ano 1100 a cidade foi reconstruída e repovoada pelo conde Rodrigo González Girón, o qual daria origem ao nome de Ciudad Rodrigo. O topónimo passou também para outros locais, como Aldearrodrigo ou Castelo Rodrigo (Portugal).
Antes do Tratado de Alcanizes, de 1297, Ciudad Rodrigo era o centro político e religioso da região que abrangia as terras depois portuguesas de Ribacôa, incluindo Castelo Rodrigo.
Ciudad Rodrigo faz parte da associação de Los Pueblos Más Bonitos de España.
Em português o nome é frequentemente escrito Cidade Rodrigo.
FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO
Vila, freguesia e concelho da Beira Alta, Portugal, na região de Ribacôa. A sede do concelho localiza-se na margem esquerda da Ribeira de Aguiar. Os principais rios que limitam o concelho são o Douro, o Côa e o Águeda, formando este a fronteira com a região de Leão, Espanha.
A vila de Castelo Rodrigo foi mencionada em 1147 na carta de couto concedida por D. Afonso Henriques ao Mosteiro de Santa Maria de Aguiar. Foi a sede do concelho até 1836. Nessa altura a freguesia de São Vicente de Figueira foi elevada à categoria de vila e sede de concelho, passando Castelo Rodrigo a simples freguesia. A nova vila e concelho tomou então o nome de Figueira de Castelo Rodrigo, desaparecendo o nome do orago São Vicente.
Castelo Rodrigo indica provavelmente a pertença do castelo a algum Rodrigo ou deriva de Ciudad Rodrigo, em Leão, que fica apenas a 47 km a sudeste. Antes do Tratado de Alcanizes, de 1297, Castelo Rodrigo pertencia à região cujo centro político e religioso era Ciudad Rodrigo.
BIRITINGA
Cidade e município do estado da Bahia, Região Nordeste do Brasil.
O topónimo é tupi e significa «cana silvestre branca», de biri, «cana silvestre», e tinga, «branca». Outra interpretação é que deriva do tupi antigo piri, «junco», e tinga, «branco», significando «junco esbranquiçado».
O povoado de Manga surgiu em 1860, alterado em 1890 para Biritinga.
OEIRAS
Vila e concelho da Estremadura, Portugal, situado na foz do Rio Tejo, a oeste de Lisboa.
O topónimo Oeiras pode derivar do latim Aurarias, «mina de ouro», acusativo plural de auraria. A evolução terá sido Aurarias > Olarias > Oleiras > Oeiras.
Há registos antigos, desde o século XIV, com as ortografias Hueiras, Hueyras e Ueiras.
É de notar que na outra margem do Tejo situa-se Almada, cujo nome é árabe e significa «a mina», eventualmente referente a ouro.
☛ Ver também:
- Oeiras do Pará e Oeiras, no Piauí, Brasil.
YAOUNDÉ
Capital da República dos Camarões.
O topónimo Yaoundé deriva do nome do povo Ewondo da região. Os colonos Alemães transcreveram Ewondo como Jaunde, depois Yaunde e mais tarde os Franceses adaptaram-na para Yaoundé.
Em português o nome costuma ser escrito Iaundé.
PENEDONO
Vila, freguesia e concelho da Beira Alta, Portugal.
O primeiro documento com o topónimo Penna de Dono data de 960, significando «pena, penha ou castelo de Dono, sendo Dono um antropónimo. Evoluiu depois para Penedono.
Há também a hipótese de Penedono derivar do baixo-latim Penna de Domno, «penha ou fortificação do senhor».
FAROS — جزيرة فاروس — ΦΑΡΟΣ
Ilhota junto ao porto de Alexandria (الإسكندرية, Αλεξάνδρεια), Egipto, no extremo ocidental do Delta do Nilo.
Na Antiguidade a Ilhota de Faros (Νήσος Φάρος), posteriormente unida à cidade por um molhe, foi o local do célebre Farol de Alexandria (ὁ Φάρος της Ἀλεξανδρείας, فنار الإسكندرية) — uma das Sete Maravilhas do Mundo antigo.
A palavra farol, em português e outras línguas, tem origem no nome da ilhota onde estava localizada a famosa torre que servia de guia à navegação. A partir do topónimo Φάρος (Faros), o termo grego ϕάρος (fáros) deu origem ao latim pharos e deste passou para outras línguas. Farol em português deriva do italiano farolo, diminutivo de faro, «farol».
O desenho do farol encontra-se no brasão e na bandeira de Alexandria.
MORA
Vila, freguesia e concelho do Alto Alentejo, Portugal.
No século XII, o futuro território de Mora estava sob jurisdição do castelo de Coruche.
O topónimo Mora apareceu inicialmente em 1293 no Livro III das Composições, que refere uma herdade chamada Cabeça de Mora. O termo cabeça exprime a ideia de altura ou parte elevada, provavelmente onde foi implantada a vila de Mora. O termo mora refere-se a agremiações de pastores.(1)(2) Uma das freguesias de Mora chama-se Cabeção, nome derivado de cabeço, «cume do monte».(3)
Outra explicação relacionada deriva o topónimo Mora, assim como Moura, do étimo pré-romano mor- ou mur-, «monte, morro, cabeço, monte de pedras, sítio pedregoso, pedra», como nas Astúrias e outros lugares da Península Ibérica.(4) O árabe ou moçárabe Mura, «lugar elevado, morro, muralha», por influência românica, daria origem a Moura e Mora.(5)
Num documento de 1786 Mora é referida como Amora, provavelmente sem alusão ao fruto da amoreira (Morus Nigra).
☛ Não confundir com Moura, no Baixo Alentejo.
AVEIRO Município do estado do Pará , na Região Norte do Brasil. A localidade onde existia a aldeia dos Mundurucus, denominada Tapajós-Tap...