TSIIGEHTCHIC
Localidade e município do povo Gwich'in, nos Territórios do Noroeste, Canadá.
O nome significa "foz do rio de ferro". Até 1994 chamava-se Arctic Red River.
TSIIGEHTCHIC
Localidade e município do povo Gwich'in, nos Territórios do Noroeste, Canadá.
O nome significa "foz do rio de ferro". Até 1994 chamava-se Arctic Red River.
➤ MONTEMAIOR, paróquia no concelho da Laracha, comarca de Bergantinhos, Galiza.
➤ MONTEMOR-O-VELHO, concelho na Beira Litoral, Portugal.
➤ MONTEMOR-O-NOVO, concelho no Alto Alentejo, Portugal.
➤ MONTE MOR, município na região de Campinas, estado de São Paulo, Brasil.
Península no norte da Grécia. Apesar de fazer parte da Grécia e da União Europeia, o território do Monte Athos tem um autogoverno teocrático que não permite a entrada de mulheres, nem de animais fêmeas. O Monte Athos é mais extenso que a República de Malta, um país da UE.
O nome grego Άγιο Όρος (Agio Oros) significa «Montanha Sagrada» ou «Monte Santo» e refere-se à comunidade monástica da Igreja Ortodoxa no Monte Athos. O nome grego Όρος Άθως (Oros Athos) refere-se à própria montanha. Χερσόνησος του Άθω é a Península do Monte Athos. O nome Άθως (Athos) é originalmente o de um Gigante da mitologia grega que teria criado o monte.
LORDELO
Freguesia do concelho de Paredes, Douro Litoral, Portugal.
«Do latim vulgar lauretellus, 'campo de loureiros'. Tem os derivados Lordeira, Lordeiro e Lordelinho.» (infopedia.pt)
FEIRA DE SANTANA
Cidade e município no interior do estado da Bahia, Brasil.
A origem da cidade está numa fazenda com o nome de Santana dos Olhos d'Água. Em 1833 foi criado município com sede na denominada Villa do Arraial de Feira de Sant'Anna. Em 1873 a vila foi elevada a cidade, chamada Cidade Comercial de Feira de Sant'Anna. Desde 1938 a cidade chama-se Feira de Santana. A algunha principal da cidade é Princesa do Sertão.
Santa Ana ou Sant'Ana é considerada tradicionalmente a mãe de Maria de Nazaré, portanto avó de Jesus Cristo.
Existem muitas povoações com o nome Santana nos vários países de língua portuguesa.
GOUVEIA
Cidade, freguesia e concelho da Beira Alta, Portugal.
O topónimo «Parece vir do baixo-latim cotella, 'pequeno monte', embora haja quem proponha a sua derivação do antropónimo germânico Gaudila.» (infopedia.pt)
«Já no tempo do rei dom Afonso Henriques (1111-85) viveu um Nuno Mendes de Gouveia, senhor de muitas vilas na Beira, entre elas a de Gouveia. Segundo alguns, o nome teria origem no português arcaico para gozo, gouvir – que viria do latim gaudium – já que as terras teriam sido dadas pelo rei a Nuno Mendes para que ele pudesse desfrutar de descanso. Historiadores, no entanto, afirmam que o nome procede do período pré-romano, quando a vila era conhecida por “Gauve”.» (https://sobrenomes.genera.com.br/sobrenomes/gouveia-gouvea/)
Grupo das ilhas setentrionais do Arquipélago das Marianas (o qual inclui Guam), na Micronésia, nordeste do Oceano Pacífico.
O primeiro contacto com os europeus foi pela expedição de Fernão de Magalhães em 1521. No período colonial espanhol a população foi exterminada, sendo depois povoadas por pessoas de outras ilhas da Micronésia. Inicialmente chamadas Ilhas dos Ladrões (Islas de los Ladrones), o nome foi depois mudado para Marianas, em homenagem a Mariana da Áustria, viúva do rei Filipe IV. Após a guerra de 1898, os espanhóis cederam Guam aos Estados Unidos da América e venderam as Marianas do Norte à Alemanha. Os japoneses ocuparam as ilhas em 1914 e administraram-nas sob mandato da Liga das Nações. Na Segunda Guerra Mundial os EUA retomaram as ilhas e passaram a administrá-las sob mandato da ONU até 1986.
As Marianas do Norte aprovaram num referendo em 1975 o estatuto de território dependente dos Estados Unidos da América ("unincorporated and organized U.S. territory"). O nome oficial do território nas línguas oficiais é Commonwealth of the Northern Mariana Islands (em inglês), Sankattan Siha Na Islas Mariånas (em chamorro) e Commonwealth Téél Falúw kka Efáng llól Marianas (em caroliniano).
A Ilha de Guam (Guåhan), também dependente dos EUA, recusou incorporar a Comunidade das Ilhas Marianas do Norte.
TRISTE-FEIA
É uma via que não é classificada como rua, nem largo, nem praça. Chama-se simplesmente Triste-Feia. É paralela à Rua da Costa, confluindo com a Rua Maria Pia junto à estação de Alcântara-Terra. A história contada é que havia três irmãs, uma das quais feia e rejeitada pelos rapazes, apesar de ter a simpatia dos vizinhos. Na toponímia urbana, o nome surge no século XVIII como Triste Feya e Triste-Fea, assim como depois Triste Feia, sem hífen. O mural, posterior a 2019, é obra do artista italiano Fulvio Capurso.
➤ Na freguesia de Milagres, concelho de Leiria, também existe uma povoação chamada Triste Feia.
➤ The name of this street in Lisbon means "sad and ugly" in Portuguese.
País dos Himalaias, entre a Índia e a região autónoma do Tibete, na China. A sua capital é Kathmandu.
LAGOINHA
Localidade da freguesia e concelho de Palmela, Estremadura, Portugal.
É uma das muitas localidades da Península de Setúbal com etimologia de hidrónimos; por exemplo a povoação vizinha chama-se Olhos de Água.
Lagoinha é o diminutivo de lagoa, que deriva do latim lacuna, «charco, pântano».
Nesta região é famoso o pão da Lagoinha. (https://www.maranata.pt/)
JAÇANÃ
Distrito no município de São Paulo, SP, Brasil.
O nome tornou-se célebre na canção "Trem das onze" de Adoniran Barbosa, em 1964: «Não posso ficar nem mais um minuto com você / Sinto muito, amor, mas não pode ser / Moro em Jaçanã / Se eu perder esse trem / Que sai agora às onze horas / Só amanhã de manhã». O trem é referência ao Tramway da Cantareira, que operou até 1965.
Jaçanã é também uma ave (Jacana jacana) comum em todo o Brasil. O nome tem origem no tupi ñaha'nã, que significa «pássaro muito barulhento».
(https://youtu.be/p5OI0YlcSXs?si=D90tTpho4862rKUM)
ESTEPONA
Cidade do sul da Andaluzia, Reino de Espanha.
RUA DO BENFORMOSO, na antiga freguesia do Socorro, freguesia de Santa Maria Maior, Lisboa, Portugal. Localiza-se entre a Praça Martim Moniz e o Largo do Intendente Pina Manique.
A Rua do Benformoso era a Rua do Boi Formoso, anteriormente a Rua Direita da Mouraria (séc. XVI), e a zona também foi conhecida por Benfica. Segundo Norberto Araújo em Peregrinações em Lisboa (1938), na ortografia original, que oscila entre Benformoso e Bemformoso:
MAIA
Cidade e concelho do Douro Litoral, Portugal.
O nome romano era Pallantia (Palância). Centro da antiga região da Terra da Maia, que se estendia no século XIII desde a cidade do Porto até ao Rio Ave. O topónimo pode ter origem no nome pré-romano Madea ou Madia, com o radical indo-europeu mad- associado ao significado "terra húmida". Outra teoria liga Maia a Amaia, tal como na designação Terra d'Amaia, que daria Terra da Maia. (https://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/artigo3211.pdf, https://ifc.dpz.es/recursos/publicaciones/25/25/06guerra.pdf, https://archive.org/details/gri_33125005925538/mode/2up, https://www.cm-maia.pt/)
«Do topónimo ibérico Amaia, também existente em Espanha. Tem o derivado Maias, que se encontra, por exemplo, no topónimo Água de Maias (Coimbra), talvez derivado de um genitivo.» (infopedia.pt)
JOINVILLE
Cidade do estado de Santa Catarina, região Sul do Brasil.
Apesar do nome francês, a cidade foi fundada em 1842 principalmente por colonos alemães, chamando-se inicialmente Colônia Dona Francisca, em honra da princesa Francisca de Bragança, filha do imperador D. Pedro I do Brasil (D. Pedro IV de Portugal). Em 1843 a princesa casou-se com Francisco de Orleães (François d'Orléans), príncipe de Joinville, filho de Luís Filipe I de França. O príncipe recebeu como dote as terras da Colônia Dona Francisca. O nome da povoação então foi mudado para Joinville, em homenagem ao príncipe.
O principado de Joinville, em França, situava-se na região de Champagne. A atual cidade de Joinville faz parte do departamento de Haute-Marne. Terá sido fundada em 354 por Flavius Valerius Jovinus (Jovin), general romano de origem gaulesa.
AVEIRO Município do estado do Pará , na Região Norte do Brasil. A localidade onde existia a aldeia dos Mundurucus, denominada Tapajós-Tap...